@elisaiunganopsicologa
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Psicóloga Especialista em psicanálise da criança, parentalidade e perinatalidade Mãe de 3 Aprofundando o olhar e escuta sobre maternagem e infância
Meu filho de 3 anos já sabe que sua cor preferida é o azul. Assim como a vovó. Sabe que o irmão e a irmã gostam de vermelho e rosa e que o vovô prefere o laranja. As cores são um dos primeiros conhecimentos culturais sobre o mundo que adquirimos. Desde cedo eles conseguem reconhecer a si mesmos nas cores que gostam. Nos seus brinquedos, nos objetos da casa, nas roupas das pessoas... É uma forma de fazer parte do mundo. Então pra os pequenos ter uma "cor preferida" é uma marca de identidade, algo que eles podem contar pra todos, que pode fazer parte de uma troca social importante também. Assim como nós, ao conhecermos uma pessoa nova, queremos saber sua profissão, interesses, estado civil, etc, estamos querendo situá-la em um campo daquilo que conhecemos, entender quais são as identificações possíveis, começar uma conversa... Também as crianças têm seus pontos de partida. Se ele te inclui nessa conversa, aproveite! Compartilhe com quem gosta de saber mais sobre o universo das crianças!
Falo muito aqui sobre as mães e seu papel. Ser mãe é, mais que uma relação, uma função familiar e social. Com muitas particularidades associadas que fazem parecer que são as únicas responsáveis pelos cuidados com os filhos. O que, inevitavelmente, acarreta uma sobrecarga que só vem a prejudicar a dinâmica dessa relação. Mas a verdade é que, com exceção das funções muito primeiras como gestação e amamentação (que, lembremos, não são requisitos para a maternidade, já que já muitos modelos e formatos de famílias!), outras pessoas podem - e precisam - participar da rotina com os bebês e crianças. As funções materna e paterna, outrora desempenhadas apenas por mãe e pai, podem ser desempenhadas por outras pessoas. O que as crianças precisam é ser cuidadas, amadas e realmente enxergadas por pessoas que desejem se envolver e se responsabilizar por elas. O vínculo nasce do convívio, do olhar e do cuidar, não da barriga ou do leite materno. Concorda? *Vídeo inspirado na ideia da querida @luribeiro.eu #maternidadereal #maternidadeconsciente #parentalidadeconsciente #parentalidadepositiva #rededeapoio #eprecisoumaaldeiainteira #paternidadeconsciente #paternidadeativa #maternidadeativa #psicologiadacriança #psicologiaematernidade #psicanálisedacriança
A gente ama e se diverte, mas às vezes dá uma saudade de ficar sossegada lendo um livro ou tirando um cochilo... Suas férias com crianças são assim também?
É completamente natural estarmos com medo, com tantos boatos. A gente primeiro sente, pra depois ir verificar se é verdadeiro ou não. Qualquer ameaça aos filhos aonde um ponto muito sensível. Mas vamos nos cuidar: 1- Respira. Sente seu corpo, reconheça suas emoções. Acolhe esses sentimentos. Busca alguém de confiança pra um colo ou escuta. 2- Organiza. O que é possível ser feito? Onde buscar informações confiáveis? O que é possível fazer em termos de segurança? 3 - Mobilização. Vamos conversar com as escolas, associações de pais. Acalmar quem estiver nervoso. Procure não espalhar o pânico. 4 - Cuidar das crianças. Não dá pra tranquilizar se você também se sentir perdida. Diga pra ele a verdade: que estão todos pensando na melhor forma possível de cuidar e protegê-los e que essa é uma responsabilidade dos adultos, não das crianças. Procure a ajuda que precisar, se quiser vem conversar aqui. Não está fácil mesmo viver no nosso mundo. Vamos focar em cada gesto de amor e de solidariedade que encontrarmos, como saída pra não sintonizar no desespero.
Meu filho de 3 anos já sabe que sua cor preferida é o azul. Assim como a vovó. Sabe que o irmão e a irmã gostam de vermelho e rosa e que o vovô prefere o laranja. As cores são um dos primeiros conhecimentos culturais sobre o mundo que adquirimos. Desde cedo eles conseguem reconhecer a si mesmos nas cores que gostam. Nos seus brinquedos, nos objetos da casa, nas roupas das pessoas... É uma forma de fazer parte do mundo. Então pra os pequenos ter uma "cor preferida" é uma marca de identidade, algo que eles podem contar pra todos, que pode fazer parte de uma troca social importante também. Assim como nós, ao conhecermos uma pessoa nova, queremos saber sua profissão, interesses, estado civil, etc, estamos querendo situá-la em um campo daquilo que conhecemos, entender quais são as identificações possíveis, começar uma conversa... Também as crianças têm seus pontos de partida. Se ele te inclui nessa conversa, aproveite! Compartilhe com quem gosta de saber mais sobre o universo das crianças!
Falo muito aqui sobre as mães e seu papel. Ser mãe é, mais que uma relação, uma função familiar e social. Com muitas particularidades associadas que fazem parecer que são as únicas responsáveis pelos cuidados com os filhos. O que, inevitavelmente, acarreta uma sobrecarga que só vem a prejudicar a dinâmica dessa relação. Mas a verdade é que, com exceção das funções muito primeiras como gestação e amamentação (que, lembremos, não são requisitos para a maternidade, já que já muitos modelos e formatos de famílias!), outras pessoas podem - e precisam - participar da rotina com os bebês e crianças. As funções materna e paterna, outrora desempenhadas apenas por mãe e pai, podem ser desempenhadas por outras pessoas. O que as crianças precisam é ser cuidadas, amadas e realmente enxergadas por pessoas que desejem se envolver e se responsabilizar por elas. O vínculo nasce do convívio, do olhar e do cuidar, não da barriga ou do leite materno. Concorda? *Vídeo inspirado na ideia da querida @luribeiro.eu #maternidadereal #maternidadeconsciente #parentalidadeconsciente #parentalidadepositiva #rededeapoio #eprecisoumaaldeiainteira #paternidadeconsciente #paternidadeativa #maternidadeativa #psicologiadacriança #psicologiaematernidade #psicanálisedacriança
A gente ama e se diverte, mas às vezes dá uma saudade de ficar sossegada lendo um livro ou tirando um cochilo... Suas férias com crianças são assim também?
É completamente natural estarmos com medo, com tantos boatos. A gente primeiro sente, pra depois ir verificar se é verdadeiro ou não. Qualquer ameaça aos filhos aonde um ponto muito sensível. Mas vamos nos cuidar: 1- Respira. Sente seu corpo, reconheça suas emoções. Acolhe esses sentimentos. Busca alguém de confiança pra um colo ou escuta. 2- Organiza. O que é possível ser feito? Onde buscar informações confiáveis? O que é possível fazer em termos de segurança? 3 - Mobilização. Vamos conversar com as escolas, associações de pais. Acalmar quem estiver nervoso. Procure não espalhar o pânico. 4 - Cuidar das crianças. Não dá pra tranquilizar se você também se sentir perdida. Diga pra ele a verdade: que estão todos pensando na melhor forma possível de cuidar e protegê-los e que essa é uma responsabilidade dos adultos, não das crianças. Procure a ajuda que precisar, se quiser vem conversar aqui. Não está fácil mesmo viver no nosso mundo. Vamos focar em cada gesto de amor e de solidariedade que encontrarmos, como saída pra não sintonizar no desespero.
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