Verdades que ninguém te conta versão saúde da mulher…com algumas participações especiais ✨
Uma mulher de 48 anos achou que tinha TDAH. Era Alzheimer precoce. Isso acontece muito mais do que parece. Mulheres na transição menopausal que relatam lapsos de memória, perda de foco, dificuldade para se organizar, muitas vezes são medicadas de forma sintomática sem uma avaliação mais detalhada do ponto de vista neuropsicológica e neuropsiquiátrica, infelizmente muitos profissionais negligenciam esse cuidado por estigma e preconceito com essas áreas da saúde. Mas quando o tratamento não funciona — nem a TRH, nem o soro com vitaminas ou com azul de metileno (que aliás não tem evidência científica robusta no tratamento destas queixas), nem o antidepressivo, e nem o psicoestimulante , nem a mudança no estilo de vida — é hora de investigar mais fundo, pois a detecção precoce de sinais de risco com a correta reabilitação e tratamento pode evitar longos anos de fase prodrômica sem direcionamento adequado. Avaliação neuropsicológica e consulta psiquiátrica especializada são importantes no diagnóstico adequado das queixas cognitivas persistentes. Uma série de outros diagnósticos são possíveis, mas nem sempre passam pelo raciocínio clínico do não especialista. 🔁 Salve esse post e compartilhe com outras mulheres e profissionais de saúde. A mente feminina precisa ser levada a sério e cuidada por quem tem experiência clínica na área de saúde mental. Nem todas as queixas cognitivas resolvem com terapia hormonal e necessitam de abordagem adequada. Dra. Adriana Pereira Médica Psiquiatra CRM 90.292 • RQE 63.983
A negligência em não excluir condições médicas no diagnóstico de depressão bipolar é um erro comum e grave que pode comprometer significativamente o tratamento adequado dos pacientes. É fundamental que os médicos realizem uma avaliação cuidadosa para descartar doenças sistêmicas e condições hormonais, como distúrbios da tireoide, resistência à insulina, e deficiências nutricionais, que podem mimetizar ou exacerbar sintomas psiquiátricos, incluindo os de depressão bipolar. Quando essas condições são ignoradas, o risco de tratamentos inadequados aumenta, resultando em agravamento dos sintomas, estigma e maior sofrimento para o paciente. A avaliação de possíveis causas orgânicas, como desequilíbrios hormonais durante fases críticas da vida, como a perimenopausa, é essencial para garantir que o diagnóstico de depressão bipolar seja preciso e que as intervenções terapêuticas sejam eficazes. Médicos devem adotar uma abordagem transdisciplinar e baseada em evidências, onde exames laboratoriais e avaliações clínicas mais amplas sejam realizados antes de fechar um diagnóstico psiquiátrico segundo os critérios dos DSM-5-TR . Esse cuidado é essencial para evitar tratamentos medicamentosos desnecessários e identificar tratamentos específicos que possam restaurar o equilíbrio físico e mental da paciente. Assim, a história clínica detalhada é um passo essencial para garantir que o diagnósticos de Transtornos Mentais em mulheres não sejam feito de forma precipitada, e que todas as causas médicas sejam adequadamente investigadas e tratadas. Dra. Adriana Pereira Médica Psiquiatra CRM 90.292 | RQE 63.983
Você sabia que o cérebro da mulher começa a mudar antes mesmo da última menstruação? Segundo a Dra. Lisa Mosconi, neurocientista e pesquisadora em saúde cerebral feminina, a menopausa é marcada por uma queda significativa no metabolismo da glicose no cérebro. Ou seja, o combustível cerebral começa a faltar — e isso pode explicar sintomas como névoa mental, lapsos de memória, cansaço e alterações de humor. Essas mudanças não são “coisas da sua cabeça”. São adaptações cerebrais reais, mensuráveis, que pedem atenção, estratégia e cuidado. O que você sente tem base neurobiológica. E merece abordagem clínica, não julgamento. Dra. Adriana Pereira Médica Psiquiatra CRM 90.292 • RQE 63.983
Nem toda dificuldade em manter o peso após a perda é “falta de força de vontade”. Muitas vezes, trata-se de expressões poligênicas da obesidade, onde múltiplos polimorfismos modulam o apetite, a termogênese e a resposta ao tratamento. Por isso, em alguns casos, a continuidade do uso da tirzepatida não é apenas estratégica — é necessária para manter o eixo neuroendócrino em equilíbrio e prevenir a recidiva. A obesidade não é um evento. É uma condição crônica com base genética, neurobiológica e comportamental e o tratamento de manutenção e fundamental para sustentar os resultados ao longo do tempo e prevenir outras doenças crônicas como diabetes tipo2, síndrome metabólica, apneia do sono e. Doenças cardiovasculares. Dra. Adriana Pereira Médica • CRM 90.292
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A negligência em não excluir condições médicas no diagnóstico de depressão bipolar é um erro comum e grave que pode comprometer significativamente o tratamento adequado dos pacientes. É fundamental que os médicos realizem uma avaliação cuidadosa para descartar doenças sistêmicas e condições hormonais, como distúrbios da tireoide, resistência à insulina, e deficiências nutricionais, que podem mimetizar ou exacerbar sintomas psiquiátricos, incluindo os de depressão bipolar. Quando essas condições são ignoradas, o risco de tratamentos inadequados aumenta, resultando em agravamento dos sintomas, estigma e maior sofrimento para o paciente. A avaliação de possíveis causas orgânicas, como desequilíbrios hormonais durante fases críticas da vida, como a perimenopausa, é essencial para garantir que o diagnóstico de depressão bipolar seja preciso e que as intervenções terapêuticas sejam eficazes. Médicos devem adotar uma abordagem transdisciplinar e baseada em evidências, onde exames laboratoriais e avaliações clínicas mais amplas sejam realizados antes de fechar um diagnóstico psiquiátrico segundo os critérios dos DSM-5-TR . Esse cuidado é essencial para evitar tratamentos medicamentosos desnecessários e identificar tratamentos específicos que possam restaurar o equilíbrio físico e mental da paciente. Assim, a história clínica detalhada é um passo essencial para garantir que o diagnósticos de Transtornos Mentais em mulheres não sejam feito de forma precipitada, e que todas as causas médicas sejam adequadamente investigadas e tratadas. Dra. Adriana Pereira Médica Psiquiatra CRM 90.292 | RQE 63.983
Você sabia que o cérebro da mulher começa a mudar antes mesmo da última menstruação? Segundo a Dra. Lisa Mosconi, neurocientista e pesquisadora em saúde cerebral feminina, a menopausa é marcada por uma queda significativa no metabolismo da glicose no cérebro. Ou seja, o combustível cerebral começa a faltar — e isso pode explicar sintomas como névoa mental, lapsos de memória, cansaço e alterações de humor. Essas mudanças não são “coisas da sua cabeça”. São adaptações cerebrais reais, mensuráveis, que pedem atenção, estratégia e cuidado. O que você sente tem base neurobiológica. E merece abordagem clínica, não julgamento. Dra. Adriana Pereira Médica Psiquiatra CRM 90.292 • RQE 63.983
Nem toda dificuldade em manter o peso após a perda é “falta de força de vontade”. Muitas vezes, trata-se de expressões poligênicas da obesidade, onde múltiplos polimorfismos modulam o apetite, a termogênese e a resposta ao tratamento. Por isso, em alguns casos, a continuidade do uso da tirzepatida não é apenas estratégica — é necessária para manter o eixo neuroendócrino em equilíbrio e prevenir a recidiva. A obesidade não é um evento. É uma condição crônica com base genética, neurobiológica e comportamental e o tratamento de manutenção e fundamental para sustentar os resultados ao longo do tempo e prevenir outras doenças crônicas como diabetes tipo2, síndrome metabólica, apneia do sono e. Doenças cardiovasculares. Dra. Adriana Pereira Médica • CRM 90.292
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