@dra.luizapassarella
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Cuido da sua saúde mental com escuta ativa e acolhimento. 🧠 Ansiedade, depressão, insônia e longevidade 📍São Paulo | Telemedicina ⤵️ Saiba mais
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Você já sentiu que a comida ocupa espaço demais na sua cabeça? Pensamentos sobre o que comer, o que não comer, o que já comeu… Como se houvesse um ruído constante — mesmo quando você nem está com fome? Esse é o chamado food noise: o barulho interno que nos desconecta dos sinais reais do corpo. Um ruído que mistura emoção, culpa, controle e, às vezes, até tentativa de preencher vazios que não são físicos. Silenciar esse ruído não é sobre força de vontade, é sobre reconectar corpo e mente. Aprender a ouvir — de verdade — o que seu corpo precisa. E dar à comida o lugar que ela merece: nem de inimiga, nem de refúgio… mas de cuidado. Se você sente que a comida virou um peso, talvez seja hora de olhar pra isso com ajuda. Marque sua consulta e comece a construir uma relação mais leve com a comida — e com você mesma. Dra Luiza Passarella - Médica | CRMSP 236203 Instituto de Neuropsiquiatria genômica 📍 Av. Giovanni Gronchi, 6.195 – Sala 1905 – Vila Andrade 📞 (11) 96991-7672
Você já parou para pensar no quanto o exercício físico pode impactar sua saúde mental? Mais do que um aliado para o corpo, movimentar-se regularmente tem efeitos diretos no cérebro. Durante a atividade física, o organismo libera neurotransmissores como a serotonina e a endorfina, responsáveis pela sensação de bem-estar, o que ajuda a reduzir sintomas de ansiedade e estresse. Além disso, com o tempo, o exercício melhora o humor de forma geral e pode atuar como parte do tratamento de quadros depressivos. Outro benefício importante é o impacto na memória e na concentração. A prática regular estimula áreas do cérebro relacionadas à cognição, ajudando a manter o foco e a clareza mental no dia a dia. E, para completar, ela ainda regula o sono, um dos pilares fundamentais da saúde mental. Ou seja, quando pensamos em autocuidado, o movimento precisa entrar na conversa. Mesmo caminhadas leves, três vezes por semana, já podem trazer mudanças perceptíveis. Cuidar da mente também passa pelo corpo. E esse cuidado pode começar aos poucos, mas precisa começar.
Você sabia que o seu corpo tem receptores próprios para cannabis? Pois é, isso acontece porque todos nós temos um Sistema Endocanabinoide (SEC), um dos sistemas mais fascinantes e menos falados da fisiologia humana. Ele está presente em praticamente todas as células do corpo e atua em vários sistemas importantes: respiratório, digestivo, imunológico, neurológico… Seu papel principal é ajudar a manter o organismo em equilíbrio: o famoso estado de homeostase. E para que funcione bem, o SEC depende dos canabinoides, que se ligam aos seus receptores: ✨ Endocanabinoides, produzidos naturalmente pelo nosso corpo — como a anandamida e o 2-AG. ✨ Fitocanabinoides, encontrados na planta Cannabis — como o CBD e o THC. A interação dessas moléculas com nossos receptores ajuda a modular sono, humor, dor, inflamação, apetite e muito mais. Ou seja: seu corpo já nasceu preparado para interagir com esses compostos. A ciência só está nos ajudando a entender como usar isso de forma segura e terapêutica. Quer que eu grave outro vídeo explicando como o SEC influencia ansiedade, dor crônica ou sono? Comenta aqui! LU, H. C.; MACKIE, K. Review of the endocannabinoid system. Cell Biochemistry and Function, 39(1), 33–40, 2020. DOI: 10.1002/cbf.3592. Dra Luiza Passarella - Médica | CRMSP 236203 Instituto de Neuropsiquiatria genômica 📍 Av. Giovanni Gronchi, 6.195 – Sala 1905 – Vila Andrade 📞 (11) 96991-7672
Mas por que eu tenho depressão, se eu tenho tudo?” Essa é uma das perguntas que mais ouço no consultório. E a resposta é: ter tudo não protege ninguém de adoecer emocionalmente. A depressão não é falta de gratidão, nem ausência de motivos para estar bem. Ela é um desequilíbrio multifatorial — envolve neurotransmissores, genética, experiências de vida, traumas, estilo de vida e até o contexto social em que vivemos. Às vezes, o primeiro episódio vem após uma perda, um estresse intenso. Mas outros podem surgir sem um gatilho aparente — o que não significa que não haja uma causa, apenas que ela pode estar mais profunda, talvez há muito tempo silenciada. Ter uma vida estruturada não significa estar imune à dor. E buscar ajuda não é sinal de fraqueza — é um ato de coragem e cuidado. Agende já a sua consulta! Dra Luiza Passarella - Médica | CRMSP 236203 Instituto de Neuropsiquiatria genômica 📍 Av. Giovanni Gronchi, 6.195 – Sala 1905 – Vila Andrade 📞 (11) 96991-7672
Às vezes, o medo de fazer um exame não é falta de cuidado… é o medo do que ele pode revelar. O medo de enfrentar uma resposta que pode mudar tudo. Mas evitar não protege. O que protege é o cuidado — mesmo quando ele assusta. Respira fundo. Lembra que coragem não é ausência de medo… é agir apesar dele. Dra Luiza Passarella - Médica | CRMSP 236203 Instituto de Neuropsiquiatria genômica 📍 Av. Giovanni Gronchi, 6.195 – Sala 1905 – Vila Andrade 📞 (11) 96991-7672
Você já sentiu que a comida ocupa espaço demais na sua cabeça? Pensamentos sobre o que comer, o que não comer, o que já comeu… Como se houvesse um ruído constante — mesmo quando você nem está com fome? Esse é o chamado food noise: o barulho interno que nos desconecta dos sinais reais do corpo. Um ruído que mistura emoção, culpa, controle e, às vezes, até tentativa de preencher vazios que não são físicos. Silenciar esse ruído não é sobre força de vontade, é sobre reconectar corpo e mente. Aprender a ouvir — de verdade — o que seu corpo precisa. E dar à comida o lugar que ela merece: nem de inimiga, nem de refúgio… mas de cuidado. Se você sente que a comida virou um peso, talvez seja hora de olhar pra isso com ajuda. Marque sua consulta e comece a construir uma relação mais leve com a comida — e com você mesma. Dra Luiza Passarella - Médica | CRMSP 236203 Instituto de Neuropsiquiatria genômica 📍 Av. Giovanni Gronchi, 6.195 – Sala 1905 – Vila Andrade 📞 (11) 96991-7672
Você já parou para pensar no quanto o exercício físico pode impactar sua saúde mental? Mais do que um aliado para o corpo, movimentar-se regularmente tem efeitos diretos no cérebro. Durante a atividade física, o organismo libera neurotransmissores como a serotonina e a endorfina, responsáveis pela sensação de bem-estar, o que ajuda a reduzir sintomas de ansiedade e estresse. Além disso, com o tempo, o exercício melhora o humor de forma geral e pode atuar como parte do tratamento de quadros depressivos. Outro benefício importante é o impacto na memória e na concentração. A prática regular estimula áreas do cérebro relacionadas à cognição, ajudando a manter o foco e a clareza mental no dia a dia. E, para completar, ela ainda regula o sono, um dos pilares fundamentais da saúde mental. Ou seja, quando pensamos em autocuidado, o movimento precisa entrar na conversa. Mesmo caminhadas leves, três vezes por semana, já podem trazer mudanças perceptíveis. Cuidar da mente também passa pelo corpo. E esse cuidado pode começar aos poucos, mas precisa começar.
Você sabia que o seu corpo tem receptores próprios para cannabis? Pois é, isso acontece porque todos nós temos um Sistema Endocanabinoide (SEC), um dos sistemas mais fascinantes e menos falados da fisiologia humana. Ele está presente em praticamente todas as células do corpo e atua em vários sistemas importantes: respiratório, digestivo, imunológico, neurológico… Seu papel principal é ajudar a manter o organismo em equilíbrio: o famoso estado de homeostase. E para que funcione bem, o SEC depende dos canabinoides, que se ligam aos seus receptores: ✨ Endocanabinoides, produzidos naturalmente pelo nosso corpo — como a anandamida e o 2-AG. ✨ Fitocanabinoides, encontrados na planta Cannabis — como o CBD e o THC. A interação dessas moléculas com nossos receptores ajuda a modular sono, humor, dor, inflamação, apetite e muito mais. Ou seja: seu corpo já nasceu preparado para interagir com esses compostos. A ciência só está nos ajudando a entender como usar isso de forma segura e terapêutica. Quer que eu grave outro vídeo explicando como o SEC influencia ansiedade, dor crônica ou sono? Comenta aqui! LU, H. C.; MACKIE, K. Review of the endocannabinoid system. Cell Biochemistry and Function, 39(1), 33–40, 2020. DOI: 10.1002/cbf.3592. Dra Luiza Passarella - Médica | CRMSP 236203 Instituto de Neuropsiquiatria genômica 📍 Av. Giovanni Gronchi, 6.195 – Sala 1905 – Vila Andrade 📞 (11) 96991-7672
Mas por que eu tenho depressão, se eu tenho tudo?” Essa é uma das perguntas que mais ouço no consultório. E a resposta é: ter tudo não protege ninguém de adoecer emocionalmente. A depressão não é falta de gratidão, nem ausência de motivos para estar bem. Ela é um desequilíbrio multifatorial — envolve neurotransmissores, genética, experiências de vida, traumas, estilo de vida e até o contexto social em que vivemos. Às vezes, o primeiro episódio vem após uma perda, um estresse intenso. Mas outros podem surgir sem um gatilho aparente — o que não significa que não haja uma causa, apenas que ela pode estar mais profunda, talvez há muito tempo silenciada. Ter uma vida estruturada não significa estar imune à dor. E buscar ajuda não é sinal de fraqueza — é um ato de coragem e cuidado. Agende já a sua consulta! Dra Luiza Passarella - Médica | CRMSP 236203 Instituto de Neuropsiquiatria genômica 📍 Av. Giovanni Gronchi, 6.195 – Sala 1905 – Vila Andrade 📞 (11) 96991-7672
Às vezes, o medo de fazer um exame não é falta de cuidado… é o medo do que ele pode revelar. O medo de enfrentar uma resposta que pode mudar tudo. Mas evitar não protege. O que protege é o cuidado — mesmo quando ele assusta. Respira fundo. Lembra que coragem não é ausência de medo… é agir apesar dele. Dra Luiza Passarella - Médica | CRMSP 236203 Instituto de Neuropsiquiatria genômica 📍 Av. Giovanni Gronchi, 6.195 – Sala 1905 – Vila Andrade 📞 (11) 96991-7672
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