@dr.eduardojr
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♟️Defesa estratégica para mulheres em ações de família: divórcio, guarda, convivência, alimentos e alienação parental. 🇧🇷Atendimento em todo Brasil👇🏻
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“Foi livramento pra ela. A justiça foi feita. E ele só vai casar… depois de pagar a pensão.” Essa frase não saiu da boca de um juiz. Saiu da boca da mãe. A mesma que sustentou o filho sozinha, enquanto o genitor interpretava um papel — o de falido — diante da Justiça. Minutos antes de oficializar o “sim”, ele recebeu o que evitava há anos: o mandado de prisão. Terno alinhado. Cabelo penteado. E a pensão? Três anos de dívida. Três anos de omissão, silêncio e fuga. Esse homem não é exceção. Ele é o retrato da impunidade. A síntese do abandono legalizado. O reflexo de um Judiciário que, não fosse a estratégia dessa mulher, deixaria passar — mais uma vez. E veja: essa estratégia já foi explicada aqui. Quando o mandado é expedido, a mulher pode — sim — de denunciar: encontrar o genitor, ligar 190 e entregar à polícia o que o sistema de justiça insiste em ignorar. Foi o que ela fez: Descobriu a data, o local, o horário. É isso que eu ensino aqui. Não é sobre revanche. É sobre estratégia. É sobre dizer: basta. Deveria ser assim? Não. Mas o sistema exige isso das mulheres. Agora me responde qual deve ser a sensação de ver, pessoalmente, o genitor sendo preso?
[Música]
Infelizmente, o vídeo da @paula.gewehr — uma mãe que perdeu a guarda da filha — não é um caso isolado. Eu já atendi dezenas de mulheres que passaram pelo mesmo. Mulheres que perderam a guarda de seus filhos para homens com histórico de v10l3nc14 e que usaram a Lei de Alienação Parental como estratégia de vingança. Porque, ao contrário do que propagam, essa lei não protege crianças. Ela transforma filhos em armas e mulheres em inimigas. Objetifica a infância, ignora o dever de cuidado, os melhores interesses das crianças e transforma o processo judicial em uma arena onde homens se colocam como v1t1m4s de mães “vingativas”, mesmo quando essas mulheres apenas tentaram se proteger, se reorganizar ou recomeçar. Muitas das mães que atendi estavam apenas buscando trabalho, estudo ou rede de apoio. E ainda assim… perderam a guarda. É absurdo. É perverso. É real. E é o retrato de um sistema de justiça que ainda falha brutalmente com mulheres e crianças. Minha solidariedade à @paula.gewehr e a todas as mulheres que continuam sendo punidas por cuidar. Isso precisa ser dito. Precisa ser enfrentado. Comente, compartilhe, marque outras mulheres que precisam ver isso.
mais uma mãe teve a guarda arrancada a força por uma decisão judicial porque ela ousou mudar de endereço e olha que no caso da paula segundo consta ela mudou por conta do trabalho ela tinha uma justificativa para mudança ela precisava mudar para continuar trabalhando eu não posso falar especificamente do caso
Você nunca vai conhecer alguém mais forte do que uma mãe, tentando fazer o melhor que pode, para que seu filho não perceba que ela não está bem. . . . #maternidadesolo #maternidadereal #maesolo #maedemenino
Ainda existem muitas divergências sobre quem flagrou, se a mãe, a madrasta ou a enteada do 3$tupr4d0r, mas a pessoa se deparou com o “pai” da criança só de cueca, escondendo o p3n1§, enquanto a filha dele estava vestida apenas com a parte de cima do pijama e de c41c1nh4. Ao que parece, a menina, então, informou à ela que o pai teria “mexido” em sua v4g1n4. A menina disse que o órgão estava doendo e que essa não seria a primeira vez que o pai havia “mexido” nela. O homem pedia para que a filha não contasse. Esse é mais um dos milhares de casos de “pais” que 3$tupr4m suas próprias filhas. Se uma mãe não tem uma prova dessa, sabe quando ele seria preso? Nunca! Ao denunciar, pedir o divórcio, a guarda da criança e a suspensão do convívio da filha com o 3$tupr4d0r, ela seria taxada de louca, vingativa e ressentida. Nada seria provado, afinal, seria a palavra do “pai” contra a palavra de uma menina de 8 anos. Certamente, ele usaria a lei de alienação parental para buscar a guarda da filha para continuar 3$tupr4nd0 ela todos os dias. Até porque, a lei de alienação parental foi fundamentada em uma teoria criada por um p3d0f1l0, que defendia p3d0f1l0$ nos Tribunais, ou seja, uma lei criada e que serve para isso. Para a sociedade “pais” não 3$tupr4m, mas as estatísticas indicam que são os que mais 3$tupr4m. Por isso e por tantos outros motivos, eu defendo a revogação da lei de alienação parental e você continua acreditando que “pais” não 3$tupr4m?
“Foi livramento pra ela. A justiça foi feita. E ele só vai casar… depois de pagar a pensão.” Essa frase não saiu da boca de um juiz. Saiu da boca da mãe. A mesma que sustentou o filho sozinha, enquanto o genitor interpretava um papel — o de falido — diante da Justiça. Minutos antes de oficializar o “sim”, ele recebeu o que evitava há anos: o mandado de prisão. Terno alinhado. Cabelo penteado. E a pensão? Três anos de dívida. Três anos de omissão, silêncio e fuga. Esse homem não é exceção. Ele é o retrato da impunidade. A síntese do abandono legalizado. O reflexo de um Judiciário que, não fosse a estratégia dessa mulher, deixaria passar — mais uma vez. E veja: essa estratégia já foi explicada aqui. Quando o mandado é expedido, a mulher pode — sim — de denunciar: encontrar o genitor, ligar 190 e entregar à polícia o que o sistema de justiça insiste em ignorar. Foi o que ela fez: Descobriu a data, o local, o horário. É isso que eu ensino aqui. Não é sobre revanche. É sobre estratégia. É sobre dizer: basta. Deveria ser assim? Não. Mas o sistema exige isso das mulheres. Agora me responde qual deve ser a sensação de ver, pessoalmente, o genitor sendo preso?
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Infelizmente, o vídeo da @paula.gewehr — uma mãe que perdeu a guarda da filha — não é um caso isolado. Eu já atendi dezenas de mulheres que passaram pelo mesmo. Mulheres que perderam a guarda de seus filhos para homens com histórico de v10l3nc14 e que usaram a Lei de Alienação Parental como estratégia de vingança. Porque, ao contrário do que propagam, essa lei não protege crianças. Ela transforma filhos em armas e mulheres em inimigas. Objetifica a infância, ignora o dever de cuidado, os melhores interesses das crianças e transforma o processo judicial em uma arena onde homens se colocam como v1t1m4s de mães “vingativas”, mesmo quando essas mulheres apenas tentaram se proteger, se reorganizar ou recomeçar. Muitas das mães que atendi estavam apenas buscando trabalho, estudo ou rede de apoio. E ainda assim… perderam a guarda. É absurdo. É perverso. É real. E é o retrato de um sistema de justiça que ainda falha brutalmente com mulheres e crianças. Minha solidariedade à @paula.gewehr e a todas as mulheres que continuam sendo punidas por cuidar. Isso precisa ser dito. Precisa ser enfrentado. Comente, compartilhe, marque outras mulheres que precisam ver isso.
mais uma mãe teve a guarda arrancada a força por uma decisão judicial porque ela ousou mudar de endereço e olha que no caso da paula segundo consta ela mudou por conta do trabalho ela tinha uma justificativa para mudança ela precisava mudar para continuar trabalhando eu não posso falar especificamente do caso
Você nunca vai conhecer alguém mais forte do que uma mãe, tentando fazer o melhor que pode, para que seu filho não perceba que ela não está bem. . . . #maternidadesolo #maternidadereal #maesolo #maedemenino
Ainda existem muitas divergências sobre quem flagrou, se a mãe, a madrasta ou a enteada do 3$tupr4d0r, mas a pessoa se deparou com o “pai” da criança só de cueca, escondendo o p3n1§, enquanto a filha dele estava vestida apenas com a parte de cima do pijama e de c41c1nh4. Ao que parece, a menina, então, informou à ela que o pai teria “mexido” em sua v4g1n4. A menina disse que o órgão estava doendo e que essa não seria a primeira vez que o pai havia “mexido” nela. O homem pedia para que a filha não contasse. Esse é mais um dos milhares de casos de “pais” que 3$tupr4m suas próprias filhas. Se uma mãe não tem uma prova dessa, sabe quando ele seria preso? Nunca! Ao denunciar, pedir o divórcio, a guarda da criança e a suspensão do convívio da filha com o 3$tupr4d0r, ela seria taxada de louca, vingativa e ressentida. Nada seria provado, afinal, seria a palavra do “pai” contra a palavra de uma menina de 8 anos. Certamente, ele usaria a lei de alienação parental para buscar a guarda da filha para continuar 3$tupr4nd0 ela todos os dias. Até porque, a lei de alienação parental foi fundamentada em uma teoria criada por um p3d0f1l0, que defendia p3d0f1l0$ nos Tribunais, ou seja, uma lei criada e que serve para isso. Para a sociedade “pais” não 3$tupr4m, mas as estatísticas indicam que são os que mais 3$tupr4m. Por isso e por tantos outros motivos, eu defendo a revogação da lei de alienação parental e você continua acreditando que “pais” não 3$tupr4m?
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