@dr.alexandregrandinetti
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👁️Cirurgias Complexas dos Olhos 👀+10 Mil Cirurgias 🛠️ Retina e Catarata 🏥Ajudo a evitar a cegueira 🧑🎓Mestrado e Doutorado na UFPR 📍Curitiba
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Ela queria uma segunda opinião sobre a sua filha. Leia mais, Essa mãe veio de São Mateus do Sul com sua filha de 4 anos, buscando uma resposta. A menina já havia sido examinada por um especialista que encontrou uma cicatriz na retina, mas não conseguiu definir o que era. A mãe queria entender melhor o que estava acontecendo. Casos assim exigem conhecimento profundo de doenças infecciosas oculares — e exames específicos. Com a minha experiência em retina pediátrica, solicitei exames de sangue e de imagem mais detalhados. E então o diagnóstico veio: toxoplasmose ocular. Ela estava positiva para IgG e IgM — sinais de uma infecção ativa recente por um protozoário que pode atingir crianças e adultos O quadro já estava cicatrizado, com pequenas marcas no fundo do olho, mas o risco de reativação existe. Por isso, orientei a família sobre a importância do acompanhamento regular e dos sinais que podem indicar uma nova inflamação. Nem sempre um quadro cicatricial significa algo resolvido — algumas doenças da retina podem voltar silenciosamente. E só um olhar treinado consegue perceber isso. Se você conhece alguma criança que teve alteração na visão e ninguém conseguiu explicar direito,não hesite em buscar uma segunda opinião. Se você já tinha ouvido falar de toxoplasmose, escreva um 👍 aqui nos comentários Alexandre Grandinetti Médico Oftalmologista CRM 19607/PR
Você já imaginou perder totalmente a visão por causa do diabetes? Essa é a história de uma paciente de 60 anos que veio de Cianorte encaminhada para mim. Ela já tinha perdido a visão de um dos olhos após uma cirurgia por diabetes muito grave. Quando chegou ao meu consultório, o outro olho também já tinha sido operado, estava praticamente cego, com óleo de silicone emulsificado e muitas membranas sobre a retina e também atrás da lente. Era um caso muito delicado, mas que exigia experiência e precisão. Eu pude ajudá-la com uma cirurgia de retina, área na qual tenho ampla expertise, e o resultado foi excelente. Hoje, essa paciente voltou a andar com segurança, está muito grata e segue recebendo todo o cuidado necessário para manter a melhor saúde ocular possível. Casos como esse mostram a importância de ter o acompanhamento com um especialista em retina para preservar o que ainda é possível da visão e da qualidade de vida. Você já viu o diabetes afetar a visão de alguém? Conta aqui nos comentários e marque quem precisa conhecer essa história. Alexandre Grandinetti Médico Oftalmologista CRM 19607/PR
Você sabia que um remédio usado há mais de 70 anos pode salvar vidas — e, ao mesmo tempo, causar cegueira? Hoje eu quero contar a história de uma paciente de 62 anos que eu já acompanho há algum tempo. Ela tem artrite reumatoide, uma doença autoimune que causa inflamações dolorosas nas articulações e precisa de tratamento contínuo. Eu tenho acompanhado muitos pacientes assim ao longo dos meus quase 20 anos de experiência, e sei o quanto o controle da doença sistêmica é essencial para preservar também a visão. Afinal, algumas medicações que tratam o corpo podem — silenciosamente — afetar os olhos. No caso dessa paciente, ela fazia uso da cloroquina, um medicamento antigo e eficaz, mas que pode causar um depósito de substâncias na retina, levando à chamada maculopatia por cloroquina — uma lesão irreversível, que pode tirar parte da visão central. Felizmente, ao avaliá-la, eu percebi que não havia ainda sinais de comprometimento da retina. Nós mantivemos o acompanhamento rigoroso e discutimos com o reumatologista que não era necessário nenhuma mudança no tratamento. Esse tipo de trabalho conjunto — entre o reumatologista e o oftalmologista especializado em retina — é o que garante o cuidado completo e a prevenção dos danos. O segredo sempre é detectar precocemente qualquer alteração antes que ela cause uma perda visual permanente. E você, conhece alguém que usa cloroquina ou hidroxicloroquina há muito tempo? Manda esse post pra essa pessoa — ou deixa um comentário aqui com um coração — pra lembrar o quanto a prevenção pode salvar a visão de alguém. Alexandre Grandinetti Médico Oftalmologista CRM 19607/PR
Você consegue imaginar como seria ter uma mancha bem no centro da visão? Foi com esse problema que uma paciente de 70 anos, de Curitiba, chegou até mim depois de uma experiência frustrante. Ela já havia passado por uma cirurgia de buraco de mácula, mas infelizmente não teve sucesso. A visão não melhorou, a mancha permaneceu e isso a impedia de realizar várias atividades do dia a dia. Estava abatida e sem esperança de recuperação. Durante o exame, constatei que o buraco de mácula ainda estava aberto — uma situação delicada, principalmente quando já houve uma primeira cirurgia sem resultado. Nessas horas, a experiência do especialista faz toda a diferença. Graças a técnicas modernas, ainda existe a possibilidade de oferecer uma nova chance ao paciente. Expliquei para ela a opção de realizar um transplante autólogo da membrana limitante interna. Nesse procedimento, removemos uma membrana extremamente fina de outra região do olho e a posicionamos sobre o buraco da mácula, estimulando o fechamento. É uma cirurgia delicada, reservada para casos complexos, que exige precisão e muito cuidado. Ela decidiu confiar e aceitou a proposta. O resultado foi animador: conseguimos o fechamento anatômico do buraco, e mesmo que a visão não volte a ser perfeita — como acontece em casos graves — ela percebeu uma melhora importante. A mancha diminuiu, trazendo mais qualidade de vida e renovando sua esperança. Esse tipo de história mostra que nunca devemos desistir diante de um obstáculo. Muitas vezes, mesmo quando tudo parece perdido, existe um recurso moderno capaz de transformar o desfecho. Por isso é essencial estar acompanhado de um médico com experiência em cirurgias complexas e atualizado com as técnicas mais avançadas da oftalmologia. E eu sigo acompanhando essa paciente de perto, para garantir que ela continue recebendo o melhor cuidado possível. Se essa história te emocionou, deixe um comentário aqui embaixo! Alexandre Grandinetti Médico Oftalmologista CRM 19607/PR
Ele chegou com medo de ficar cego. Esse paciente veio de Candói e já tinha perdido um dos olhos por descolamento de retina. Toda a visão dele dependia de um único olho, até que começaram novos sintomas. Ao procurar atendimento na sua cidade, veio a notícia que ninguém gostaria de ouvir: o único olho também estava com descolamento de retina. Essa é uma das situações mais graves da oftalmologia. Um paciente monocular com descolamento de retina vive um misto de medo, desespero e urgência. A sensação é de que tudo pode acabar de um dia para o outro. Na sexta-feira, ele fez uma consulta online comigo. Avaliamos o caso com cuidado, explicamos a gravidade e a necessidade de agir rápido. Na segunda-feira, ele já estava em Curitiba para a cirurgia. Realizamos uma cirurgia clássica chamada introflexao escleral, com tecnologia avançada e técnica adequada para aquele tipo específico de descolamento. Conseguimos colar a retina e preservar o que ele tinha de mais precioso: a visão do único olho. Hoje, esse paciente vive bem, enxerga bem e segue a vida com mais tranquilidade. Mas o cuidado continua. Um olho único exige acompanhamento rigoroso, atenção constante e um especialista preparado para agir a qualquer sinal de problema. Essa história reforça uma mensagem importante: descolamento de retina é uma urgência. Tempo, experiência e estrutura fazem toda a diferença. Estar em um centro preparado, com equipe e tecnologia adequadas, pode mudar completamente o desfecho. Se essa história te tocou, comenta aqui embaixo se você sabia que o descolamento de retina é uma emergência oftalmológica. Alexandre Grandinetti Médico Oftalmologista CRM 19607/PR
Ela queria uma segunda opinião sobre a sua filha. Leia mais, Essa mãe veio de São Mateus do Sul com sua filha de 4 anos, buscando uma resposta. A menina já havia sido examinada por um especialista que encontrou uma cicatriz na retina, mas não conseguiu definir o que era. A mãe queria entender melhor o que estava acontecendo. Casos assim exigem conhecimento profundo de doenças infecciosas oculares — e exames específicos. Com a minha experiência em retina pediátrica, solicitei exames de sangue e de imagem mais detalhados. E então o diagnóstico veio: toxoplasmose ocular. Ela estava positiva para IgG e IgM — sinais de uma infecção ativa recente por um protozoário que pode atingir crianças e adultos O quadro já estava cicatrizado, com pequenas marcas no fundo do olho, mas o risco de reativação existe. Por isso, orientei a família sobre a importância do acompanhamento regular e dos sinais que podem indicar uma nova inflamação. Nem sempre um quadro cicatricial significa algo resolvido — algumas doenças da retina podem voltar silenciosamente. E só um olhar treinado consegue perceber isso. Se você conhece alguma criança que teve alteração na visão e ninguém conseguiu explicar direito,não hesite em buscar uma segunda opinião. Se você já tinha ouvido falar de toxoplasmose, escreva um 👍 aqui nos comentários Alexandre Grandinetti Médico Oftalmologista CRM 19607/PR
Você já imaginou perder totalmente a visão por causa do diabetes? Essa é a história de uma paciente de 60 anos que veio de Cianorte encaminhada para mim. Ela já tinha perdido a visão de um dos olhos após uma cirurgia por diabetes muito grave. Quando chegou ao meu consultório, o outro olho também já tinha sido operado, estava praticamente cego, com óleo de silicone emulsificado e muitas membranas sobre a retina e também atrás da lente. Era um caso muito delicado, mas que exigia experiência e precisão. Eu pude ajudá-la com uma cirurgia de retina, área na qual tenho ampla expertise, e o resultado foi excelente. Hoje, essa paciente voltou a andar com segurança, está muito grata e segue recebendo todo o cuidado necessário para manter a melhor saúde ocular possível. Casos como esse mostram a importância de ter o acompanhamento com um especialista em retina para preservar o que ainda é possível da visão e da qualidade de vida. Você já viu o diabetes afetar a visão de alguém? Conta aqui nos comentários e marque quem precisa conhecer essa história. Alexandre Grandinetti Médico Oftalmologista CRM 19607/PR
Você sabia que um remédio usado há mais de 70 anos pode salvar vidas — e, ao mesmo tempo, causar cegueira? Hoje eu quero contar a história de uma paciente de 62 anos que eu já acompanho há algum tempo. Ela tem artrite reumatoide, uma doença autoimune que causa inflamações dolorosas nas articulações e precisa de tratamento contínuo. Eu tenho acompanhado muitos pacientes assim ao longo dos meus quase 20 anos de experiência, e sei o quanto o controle da doença sistêmica é essencial para preservar também a visão. Afinal, algumas medicações que tratam o corpo podem — silenciosamente — afetar os olhos. No caso dessa paciente, ela fazia uso da cloroquina, um medicamento antigo e eficaz, mas que pode causar um depósito de substâncias na retina, levando à chamada maculopatia por cloroquina — uma lesão irreversível, que pode tirar parte da visão central. Felizmente, ao avaliá-la, eu percebi que não havia ainda sinais de comprometimento da retina. Nós mantivemos o acompanhamento rigoroso e discutimos com o reumatologista que não era necessário nenhuma mudança no tratamento. Esse tipo de trabalho conjunto — entre o reumatologista e o oftalmologista especializado em retina — é o que garante o cuidado completo e a prevenção dos danos. O segredo sempre é detectar precocemente qualquer alteração antes que ela cause uma perda visual permanente. E você, conhece alguém que usa cloroquina ou hidroxicloroquina há muito tempo? Manda esse post pra essa pessoa — ou deixa um comentário aqui com um coração — pra lembrar o quanto a prevenção pode salvar a visão de alguém. Alexandre Grandinetti Médico Oftalmologista CRM 19607/PR
Você consegue imaginar como seria ter uma mancha bem no centro da visão? Foi com esse problema que uma paciente de 70 anos, de Curitiba, chegou até mim depois de uma experiência frustrante. Ela já havia passado por uma cirurgia de buraco de mácula, mas infelizmente não teve sucesso. A visão não melhorou, a mancha permaneceu e isso a impedia de realizar várias atividades do dia a dia. Estava abatida e sem esperança de recuperação. Durante o exame, constatei que o buraco de mácula ainda estava aberto — uma situação delicada, principalmente quando já houve uma primeira cirurgia sem resultado. Nessas horas, a experiência do especialista faz toda a diferença. Graças a técnicas modernas, ainda existe a possibilidade de oferecer uma nova chance ao paciente. Expliquei para ela a opção de realizar um transplante autólogo da membrana limitante interna. Nesse procedimento, removemos uma membrana extremamente fina de outra região do olho e a posicionamos sobre o buraco da mácula, estimulando o fechamento. É uma cirurgia delicada, reservada para casos complexos, que exige precisão e muito cuidado. Ela decidiu confiar e aceitou a proposta. O resultado foi animador: conseguimos o fechamento anatômico do buraco, e mesmo que a visão não volte a ser perfeita — como acontece em casos graves — ela percebeu uma melhora importante. A mancha diminuiu, trazendo mais qualidade de vida e renovando sua esperança. Esse tipo de história mostra que nunca devemos desistir diante de um obstáculo. Muitas vezes, mesmo quando tudo parece perdido, existe um recurso moderno capaz de transformar o desfecho. Por isso é essencial estar acompanhado de um médico com experiência em cirurgias complexas e atualizado com as técnicas mais avançadas da oftalmologia. E eu sigo acompanhando essa paciente de perto, para garantir que ela continue recebendo o melhor cuidado possível. Se essa história te emocionou, deixe um comentário aqui embaixo! Alexandre Grandinetti Médico Oftalmologista CRM 19607/PR
Ele chegou com medo de ficar cego. Esse paciente veio de Candói e já tinha perdido um dos olhos por descolamento de retina. Toda a visão dele dependia de um único olho, até que começaram novos sintomas. Ao procurar atendimento na sua cidade, veio a notícia que ninguém gostaria de ouvir: o único olho também estava com descolamento de retina. Essa é uma das situações mais graves da oftalmologia. Um paciente monocular com descolamento de retina vive um misto de medo, desespero e urgência. A sensação é de que tudo pode acabar de um dia para o outro. Na sexta-feira, ele fez uma consulta online comigo. Avaliamos o caso com cuidado, explicamos a gravidade e a necessidade de agir rápido. Na segunda-feira, ele já estava em Curitiba para a cirurgia. Realizamos uma cirurgia clássica chamada introflexao escleral, com tecnologia avançada e técnica adequada para aquele tipo específico de descolamento. Conseguimos colar a retina e preservar o que ele tinha de mais precioso: a visão do único olho. Hoje, esse paciente vive bem, enxerga bem e segue a vida com mais tranquilidade. Mas o cuidado continua. Um olho único exige acompanhamento rigoroso, atenção constante e um especialista preparado para agir a qualquer sinal de problema. Essa história reforça uma mensagem importante: descolamento de retina é uma urgência. Tempo, experiência e estrutura fazem toda a diferença. Estar em um centro preparado, com equipe e tecnologia adequadas, pode mudar completamente o desfecho. Se essa história te tocou, comenta aqui embaixo se você sabia que o descolamento de retina é uma emergência oftalmológica. Alexandre Grandinetti Médico Oftalmologista CRM 19607/PR
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