@debsaquino
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Com 15 minutos você é capaz de mudar sua vida! 🔥 20.11 🔥Black Friday Quinze Por Dia 🔥 1 livro por mês, 15 minutos/dia e mudanças duradouras 👇🏻
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Não ser uma mulher trator é um vigiai e orai eterno! Sim ou claro que sim? 😂🔥
Obrigada, Dila. -Vai? -Tá. -Você falou o quê? -Tira uma foto para descansar um pouco. -Ah, obrigada.
Digite CASTELO aqui nos comentários para receber o link da aula estudo do filme Castelo de Vidro! 🔥🔥🔥
Já leu algum desses? Se sim, me conta aqui o aprendeu! Se não, qual vai ser o primeiro da lista?
Vinho juntas ou não? 🍷🫶🏻
Se você leu quatro desses oito livros, a gente precisa tomar uma injuncia.
Hoje, no Dia das Mães, eu não quero falar só da celebração. Quero falar do que não é dito. Das ligações que custam sair. Dos “eu te amo” que travam na garganta. Das histórias que não foram doces — mas deixaram marcas profundas. Dos silêncios entre mães e filhas que escondem mais amor do que parece. E também da dor crua de quem não pode mais ligar. Esse vídeo — de uma professora pedindo aos alunos que liguem para suas mães e digam que as amam — me fez pensar em quantas barreiras existem entre o amor que sentimos e o amor que conseguimos expressar. Talvez você tenha crescido sem ouvir “eu te amo”. Talvez nunca tenha dito. Talvez diga com um nó na garganta. Talvez só consiga escrever. Talvez tenha perdido a chance de falar. Mas ainda assim… existe amor. Amor machucado. Amor calado. Amor com saudade. Amor que deseja paz. Se hoje for dia de ligar — que seja com verdade. Se for dia de lembrar — que seja com carinho. Se for dia de silenciar — que seja com respeito. E se for dia de recomeçar — que seja com coragem. Porque amor também se aprende. E às vezes, ele começa com um “eu te amo” dito com medo. Mas ainda assim, dito. Feliz Dia das Mães — com tudo o que esse dia carrega pra você. E que hoje, mais que uma data comercial, possamos apenas celebrar a nossa VIDA que veio através dela. PS: E não sou obrigada a chorar sozinha com esse vídeo. 😂❤️
Não ser uma mulher trator é um vigiai e orai eterno! Sim ou claro que sim? 😂🔥
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Hoje, no Dia das Mães, eu não quero falar só da celebração. Quero falar do que não é dito. Das ligações que custam sair. Dos “eu te amo” que travam na garganta. Das histórias que não foram doces — mas deixaram marcas profundas. Dos silêncios entre mães e filhas que escondem mais amor do que parece. E também da dor crua de quem não pode mais ligar. Esse vídeo — de uma professora pedindo aos alunos que liguem para suas mães e digam que as amam — me fez pensar em quantas barreiras existem entre o amor que sentimos e o amor que conseguimos expressar. Talvez você tenha crescido sem ouvir “eu te amo”. Talvez nunca tenha dito. Talvez diga com um nó na garganta. Talvez só consiga escrever. Talvez tenha perdido a chance de falar. Mas ainda assim… existe amor. Amor machucado. Amor calado. Amor com saudade. Amor que deseja paz. Se hoje for dia de ligar — que seja com verdade. Se for dia de lembrar — que seja com carinho. Se for dia de silenciar — que seja com respeito. E se for dia de recomeçar — que seja com coragem. Porque amor também se aprende. E às vezes, ele começa com um “eu te amo” dito com medo. Mas ainda assim, dito. Feliz Dia das Mães — com tudo o que esse dia carrega pra você. E que hoje, mais que uma data comercial, possamos apenas celebrar a nossa VIDA que veio através dela. PS: E não sou obrigada a chorar sozinha com esse vídeo. 😂❤️
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