@danipepper
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defensora da música autêntica empresária, mentora & curadora CEO @urbanpop | VP @k2loficial mentorias e consultorias 👇🏽
🗣️comunidades e comportamentos, né?
Os garotinhos têm um milhão de ouvintes mensais. O MCRN do Capão também. O número é o mesmo, mas o significado é completamente diferente. Estamos falando de um lado, de um grupo de artistas que já estão em grandes festivais, ganham prêmios, aparecem em programas de televisão com alcance gigantesco. Do outro lado, um artista que talvez você ainda não tenha escutado falar. Porque um milhão de ouvintes mensais pode ser comunidade fiel, que acompanha cada passo, que compra ingresso, que veste a camisa, que compartilha nas redes sociais. Mas também pode ser só gente de passagem, que cai numa playlist, ouve uma vez, achou o beat bom, enfim.
🗣️ viva a bolhaaaa!
Nem todo artista foi feito pra estar no mainstream. E tá tudo bem, tá? Existe uma fantasia na música brasileira de que o único caminho legítimo é o topo, é entrar no mainstream, estourar, tocar na rádio, subir no palco do Lollapalooza com 50 bailarinos, um figurino de LED, fazer 800 programas de televisão. Mas essa narrativa ignora um fato muito importante. Existem artistas que vivem muito bem dentro da bolha. E mais do que isso, eles fazem arte verdadeira, eles têm um público fiel, eles vendem show, eles lotam casas pequenas, mantém independência, ganham dinheiro e tudo isso sempre...
🗣️ play the game rs
Existe uma dinâmica silenciosa na indústria da música que todo mundo finge que não percebe. A forma como a indústria te enxerga dependendo dos lugares que você frequenta. E não é segredo, é só a realidade que ninguém gosta de colocar em palavras. Eu sou imensamente grata pelos espaços que eu ocupo, mas não teve como viver essa onda de premiações e eventos de final de ano da indústria sem trazer alguns pontos. Eu não posso, eu nem quero falar sobre processos internos, mas eu posso falar
🗣️bom senso é bom e a gente gosta!!
Na música a gente fala muito sobre oportunidade, visibilidade e abrir espaço para novos nomes. Mas nos bastidores a realidade é outra. Tem artista grande que não abre espaço, fecha. E quando eu digo artista, digo equipe do artista também, tá? No fim do dia, a responsabilidade é de quem põe a cara. E não é metáfora, é literal. Montagem de show bloqueada, camarim compartilhado vira território de guerra, luz não pode mexer nela da estrela da noite, tempo de passagem de som cortado, efeito não, isso é exclusivo do headliner, como se o CO2 fosse sinônimo de protagonismo.
🗣️comunidades e comportamentos, né?
Os garotinhos têm um milhão de ouvintes mensais. O MCRN do Capão também. O número é o mesmo, mas o significado é completamente diferente. Estamos falando de um lado, de um grupo de artistas que já estão em grandes festivais, ganham prêmios, aparecem em programas de televisão com alcance gigantesco. Do outro lado, um artista que talvez você ainda não tenha escutado falar. Porque um milhão de ouvintes mensais pode ser comunidade fiel, que acompanha cada passo, que compra ingresso, que veste a camisa, que compartilha nas redes sociais. Mas também pode ser só gente de passagem, que cai numa playlist, ouve uma vez, achou o beat bom, enfim.
🗣️ viva a bolhaaaa!
Nem todo artista foi feito pra estar no mainstream. E tá tudo bem, tá? Existe uma fantasia na música brasileira de que o único caminho legítimo é o topo, é entrar no mainstream, estourar, tocar na rádio, subir no palco do Lollapalooza com 50 bailarinos, um figurino de LED, fazer 800 programas de televisão. Mas essa narrativa ignora um fato muito importante. Existem artistas que vivem muito bem dentro da bolha. E mais do que isso, eles fazem arte verdadeira, eles têm um público fiel, eles vendem show, eles lotam casas pequenas, mantém independência, ganham dinheiro e tudo isso sempre...
🗣️ play the game rs
Existe uma dinâmica silenciosa na indústria da música que todo mundo finge que não percebe. A forma como a indústria te enxerga dependendo dos lugares que você frequenta. E não é segredo, é só a realidade que ninguém gosta de colocar em palavras. Eu sou imensamente grata pelos espaços que eu ocupo, mas não teve como viver essa onda de premiações e eventos de final de ano da indústria sem trazer alguns pontos. Eu não posso, eu nem quero falar sobre processos internos, mas eu posso falar
🗣️bom senso é bom e a gente gosta!!
Na música a gente fala muito sobre oportunidade, visibilidade e abrir espaço para novos nomes. Mas nos bastidores a realidade é outra. Tem artista grande que não abre espaço, fecha. E quando eu digo artista, digo equipe do artista também, tá? No fim do dia, a responsabilidade é de quem põe a cara. E não é metáfora, é literal. Montagem de show bloqueada, camarim compartilhado vira território de guerra, luz não pode mexer nela da estrela da noite, tempo de passagem de som cortado, efeito não, isso é exclusivo do headliner, como se o CO2 fosse sinônimo de protagonismo.
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