@daniela_bittar
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✨ Palestrante, Psicóloga & Empreendedora 💎 Conduzindo mulheres ao Autoconhecimento & Espiritualidade @sentirmulher | @gruposentir_ | @meulutomaterno
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Nem sempre é fácil... mas quando a missão é acolher, até a dor vira força. 📸 No Dia de Todas as Mães, ouvimos relatos de quem transforma momentos de despedida em lembranças de amor e conexão. Porque em cada clique, cada registro, existe muito mais do que uma imagem. Existe cuidado. 👉 Assista ao trecho dessa conversa que emocionou tanta gente na nossa live especial em parceria, com o @ bucketlist.podcast e o @grupo_colcha #semanadoluto #grupozelo #luto #acolhimento #bucketlistpodcast #grupocolcha
Como eu faço o registro, eu estou na hora do nascimento dos bebês e faço o registro, e eu que faço o print do pezinho, então eu toco no bebê, então toda essa pessoa fala, mas como que você consegue? E aí eu acho que essa questão, essa fala da Mônica é Deus, eu acho que sim, a gente entende que a nossa missão
Quando um filho morre, os pais morrem também, morrem no que eram, no que podiam ser, no que desejavam, no que gostariam de viver... Morrem em carne e osso, perdem o chão e o ar. Pergunte a uma mamãe e um pai, 30 anos depois da partida de um filho, se esse filho não se faz tão fortemente presente, mesmo na ausência física? A imagem eterna de alguém vivo, presente, apesar de tão distante. Pergunte a uma mãe e a um pai, no dia de sua própria morte, se o filho deles permanece vivo, ainda hoje? Uma mãe e um pai jamais perdem um filho. Repito: eles perdem os sonhos, os planos, o futuro... Eles se perdem e perdem o que eram, até tudo morrer para depois renascerem, lentamente, cada dia...todos eles. Portanto, que neste dia possamos respeitar o caminho de renascimento de quem morre. 🤍
Eles disseram: “seja forte.” Mas não disseram com o quê, com quem, até quando. Ser forte virou exigência. Virou herança passada de mulher para mulher, sem manual, sem descanso, sem colo. Como se a força fosse infinita. Como se o corpo não cansasse. Como se a alma não pedisse pausa. A sobrecarga feminina nasce aí. Quando a força deixa de ser escolha e vira obrigação. Quando ser competente, disponível, sensível, produtiva e resiliente ao mesmo tempo passa a ser o mínimo esperado. Quando não há espaço para falhar, sentir, pedir ajuda. Ninguém mostrou que força também é saber parar. Que maturidade é reconhecer limites. Que sustentar tudo sozinha não é virtude, é sintoma de um sistema que normalizou a exaustão feminina. Talvez a verdadeira força esteja em desaprender esse roteiro. Em dizer “não dou conta” sem culpa. Em permitir-se ser cuidada, não apenas necessária. Porque força sem amparo adoece. E mulher nenhuma nasceu para sobreviver sozinha ao mundo.
Eu costumo dizer que nosso buraco é a nossa missão. 🤍 Já está disponível o TEDx Maternidade e Luto: a memória de um filho não se enterra. ➡️ Acesse o link da bio e assista o vídeo completo. #lutoperinatal #maternidade #saúdemental
“O filho é lugar da mãe e a mãe é o lugar do filho.” 🎥 O conteúdo completo está no YouTube do canal @bucketlist.podcast . Assista e compartilhe com quem precisa desse carinho.
Passou um tempo. Ninguém quer escutar eu falando do meu filho, da minha dor. Como se o luto materno tivesse um prazo. Você está aí até agora, você está falando disso até agora. Você está chorando ainda, você ainda chora. Então, não tem espaço para fala fora do pertencimento.
Nem sempre é fácil... mas quando a missão é acolher, até a dor vira força. 📸 No Dia de Todas as Mães, ouvimos relatos de quem transforma momentos de despedida em lembranças de amor e conexão. Porque em cada clique, cada registro, existe muito mais do que uma imagem. Existe cuidado. 👉 Assista ao trecho dessa conversa que emocionou tanta gente na nossa live especial em parceria, com o @ bucketlist.podcast e o @grupo_colcha #semanadoluto #grupozelo #luto #acolhimento #bucketlistpodcast #grupocolcha
Como eu faço o registro, eu estou na hora do nascimento dos bebês e faço o registro, e eu que faço o print do pezinho, então eu toco no bebê, então toda essa pessoa fala, mas como que você consegue? E aí eu acho que essa questão, essa fala da Mônica é Deus, eu acho que sim, a gente entende que a nossa missão
Quando um filho morre, os pais morrem também, morrem no que eram, no que podiam ser, no que desejavam, no que gostariam de viver... Morrem em carne e osso, perdem o chão e o ar. Pergunte a uma mamãe e um pai, 30 anos depois da partida de um filho, se esse filho não se faz tão fortemente presente, mesmo na ausência física? A imagem eterna de alguém vivo, presente, apesar de tão distante. Pergunte a uma mãe e a um pai, no dia de sua própria morte, se o filho deles permanece vivo, ainda hoje? Uma mãe e um pai jamais perdem um filho. Repito: eles perdem os sonhos, os planos, o futuro... Eles se perdem e perdem o que eram, até tudo morrer para depois renascerem, lentamente, cada dia...todos eles. Portanto, que neste dia possamos respeitar o caminho de renascimento de quem morre. 🤍
Eles disseram: “seja forte.” Mas não disseram com o quê, com quem, até quando. Ser forte virou exigência. Virou herança passada de mulher para mulher, sem manual, sem descanso, sem colo. Como se a força fosse infinita. Como se o corpo não cansasse. Como se a alma não pedisse pausa. A sobrecarga feminina nasce aí. Quando a força deixa de ser escolha e vira obrigação. Quando ser competente, disponível, sensível, produtiva e resiliente ao mesmo tempo passa a ser o mínimo esperado. Quando não há espaço para falhar, sentir, pedir ajuda. Ninguém mostrou que força também é saber parar. Que maturidade é reconhecer limites. Que sustentar tudo sozinha não é virtude, é sintoma de um sistema que normalizou a exaustão feminina. Talvez a verdadeira força esteja em desaprender esse roteiro. Em dizer “não dou conta” sem culpa. Em permitir-se ser cuidada, não apenas necessária. Porque força sem amparo adoece. E mulher nenhuma nasceu para sobreviver sozinha ao mundo.
Eu costumo dizer que nosso buraco é a nossa missão. 🤍 Já está disponível o TEDx Maternidade e Luto: a memória de um filho não se enterra. ➡️ Acesse o link da bio e assista o vídeo completo. #lutoperinatal #maternidade #saúdemental
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Passou um tempo. Ninguém quer escutar eu falando do meu filho, da minha dor. Como se o luto materno tivesse um prazo. Você está aí até agora, você está falando disso até agora. Você está chorando ainda, você ainda chora. Então, não tem espaço para fala fora do pertencimento.
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