@daixps
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Além do óbvio, te faço pensar 🕯️ | Psicologia Analítica | Literatura | Filosofia ☕️ | Participe do @arquetiposanonimos 🏷️ | @logos.editora: DAI15%
café? 😳☕️ Я не хочу кофе, я хочу Достоевский 💜 (quero café também, ok?) A edição da @editora34 é espetacular! #literaturarussa #editora34 #dostoyevski #literatura #book #fiodordostoievski
Pergunte a um amigo QUAL DELES É VOCÊ 😳 1. “O que é isso?”: O indiferente ao objeto externo, ó Schopenhaueriano que desmerece os fenômenos para além do individual; 2. “Eu sei o que é isso aqui 🍷”: O hedonista, seja epicurista ou bukowskiano {epicurista não é a mesma coisa que hedonista, amigos do whatsapp} 3. “Eu tô bebendo o WhatsApp”: Heideggeriano, unifica o sujeito e o objeto. Deve-se tomar cuidado com o conceito da dialética, já que ele não corresponde ao pensamento de Heidegger {sim, eu pronuncio de uma forma inadequada}☝️
presta atenção na profundidade desse vídeo e vê com qual deles você se identifica mais
Não existe aprimoramento só ouvindo e/ou seguindo regras. No máximo, podemos chegar a um tipo de performance que não toca o desenvolvimento real do que somos. A persona, máscara externa, é necessária. Ela está presente na arte, na adaptação social e em várias esferas. No entanto, torna-se problema quando ocupa TODAS as grandezas existenciais, sem a oportunidade de um mergulho mais profundo em si. E, no meio disso, a realidade é que precisamos de INTERAÇÃO e de EXPERIÊNCIA. É preciso tocar a experiência, movimentá-la com as mãos. Não necessariamente refiro-me a um senso empírico, mas certamente à nossa subjetividade diretamente envolvida nas situações. ☕️
Fiódor Dostoievski: descrito como um verdadeiro explorador da mente humana, não há como ler suas obras e permanecer com a mesma perspectiva da existência! Recomendo a versão da @editora34 (realmente impecável) #fiodordostoievski #dostoievski #psique #mentehumana #literaturarussa
[MÚSICA DE FUNDO]
Pathos não é uma emoção passageira. Na verdade, é uma disposição afetiva que molda a nossa compreensão do mundo. Gosto de compreender “pathos” a partir de Heidegger: algo que PASSA pela alma, mais do que uma emoção. Algo que AFETA! Seja dor, amor ou outra condição* {acrescentado pela quantia de dúvidas sobre} As pessoas mais fortes que tu vais conhecer partilham algum tipo de afeto desmedido: seja para o que fazem, para o que desejam, para quem querem proteger e/ou cuidar. Podes fazer o testes: criadores e artistas tinham “obsessões”, que eu particularmente chamaria de “pathos” desenfreado. Eu não quero nem me referir à ideia de um sentido à existência; pelo contrário, falamos sobre um afeto interior que gera movimento. E, de modo algum ele anula os movimentos que existem foram do sujeito. Na verdade, aqui temos UM paradigma do fenômeno complexo que é SER HUMANO. O personagem mencionado no vídeo, Biscuit Oliva, se tornou absurdamente forte a partir do amor que tinha pela esposa, percebe? Não era um treino vazio. Era a convergência entre o que está fora e o que reside no interior.
café? 😳☕️ Я не хочу кофе, я хочу Достоевский 💜 (quero café também, ok?) A edição da @editora34 é espetacular! #literaturarussa #editora34 #dostoyevski #literatura #book #fiodordostoievski
Pergunte a um amigo QUAL DELES É VOCÊ 😳 1. “O que é isso?”: O indiferente ao objeto externo, ó Schopenhaueriano que desmerece os fenômenos para além do individual; 2. “Eu sei o que é isso aqui 🍷”: O hedonista, seja epicurista ou bukowskiano {epicurista não é a mesma coisa que hedonista, amigos do whatsapp} 3. “Eu tô bebendo o WhatsApp”: Heideggeriano, unifica o sujeito e o objeto. Deve-se tomar cuidado com o conceito da dialética, já que ele não corresponde ao pensamento de Heidegger {sim, eu pronuncio de uma forma inadequada}☝️
presta atenção na profundidade desse vídeo e vê com qual deles você se identifica mais
Não existe aprimoramento só ouvindo e/ou seguindo regras. No máximo, podemos chegar a um tipo de performance que não toca o desenvolvimento real do que somos. A persona, máscara externa, é necessária. Ela está presente na arte, na adaptação social e em várias esferas. No entanto, torna-se problema quando ocupa TODAS as grandezas existenciais, sem a oportunidade de um mergulho mais profundo em si. E, no meio disso, a realidade é que precisamos de INTERAÇÃO e de EXPERIÊNCIA. É preciso tocar a experiência, movimentá-la com as mãos. Não necessariamente refiro-me a um senso empírico, mas certamente à nossa subjetividade diretamente envolvida nas situações. ☕️
Fiódor Dostoievski: descrito como um verdadeiro explorador da mente humana, não há como ler suas obras e permanecer com a mesma perspectiva da existência! Recomendo a versão da @editora34 (realmente impecável) #fiodordostoievski #dostoievski #psique #mentehumana #literaturarussa
[MÚSICA DE FUNDO]
Pathos não é uma emoção passageira. Na verdade, é uma disposição afetiva que molda a nossa compreensão do mundo. Gosto de compreender “pathos” a partir de Heidegger: algo que PASSA pela alma, mais do que uma emoção. Algo que AFETA! Seja dor, amor ou outra condição* {acrescentado pela quantia de dúvidas sobre} As pessoas mais fortes que tu vais conhecer partilham algum tipo de afeto desmedido: seja para o que fazem, para o que desejam, para quem querem proteger e/ou cuidar. Podes fazer o testes: criadores e artistas tinham “obsessões”, que eu particularmente chamaria de “pathos” desenfreado. Eu não quero nem me referir à ideia de um sentido à existência; pelo contrário, falamos sobre um afeto interior que gera movimento. E, de modo algum ele anula os movimentos que existem foram do sujeito. Na verdade, aqui temos UM paradigma do fenômeno complexo que é SER HUMANO. O personagem mencionado no vídeo, Biscuit Oliva, se tornou absurdamente forte a partir do amor que tinha pela esposa, percebe? Não era um treino vazio. Era a convergência entre o que está fora e o que reside no interior.
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