@comover_se
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📍Aqui vivemos processos que geram acessos. 📍Palavra, psicologia, e caminhos criativos para auto aproximação. 🌟Sempre tem ouro nos storys.
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Você pode recuar se a mente te contar que o que está “lá” é ameaça. A imagem que a mente retrata, pode ser traiçoeira, pois não dita a experiência inteira. Por isso, é preciso ser inteira. Tatear com o corpo e com os sentidos, é não ficar interrompido. Seguir não só com o que imagina, mas também com o que experencia, amplia. No corredor da vida, o que se adia, pode ser que denuncia: o que foi pintado, impede a ida. O cão, leal à sua mente, para. Ele vê o buraco, analisa o perigo, calcula a queda. Ele circula, hesita, confia na imagem que os olhos lhe contam. Ele acredita na pintura. E, por acreditar, o abismo se torna real para ele. O gato, porém, não delibera. Ele não pensa sobre o abismo. Ele simplesmente é. Ele avança. E com a sabedoria que só o corpo possui, ele caminha na realidade. A pata toca o chão e descobre que o buraco não tem profundidade. E ele cruza, sem esforço, o que para o outro, foi visto como impossibilidade. Quantas vezes você recua diante de buracos que você mesmo pintou? Sabrynna Ribeiro 🕊️ 🎥Vídeo de @baby_dog62 #vida #ser #trauma #percepção #mente #corpo #poesia #hoje #seguir #avançar
Esse vídeo mexeu comigo. Não por um motivo, mas por vários. Ele me ajudou a fazer contato com o que em mim é borda, ponta, lugar de impacto. Me peguei pensando: como teria sido crescer com esse tipo de estímulo? Como seria ter a permissão, desde cedo, para declarar coisas boas a meu respeito? Como seria ouvir um eco de encorajamento no lugar do silêncio, da crítica, ou da dúvida no espelhamento? Nesse momento, reparei em meu peito: algo apertou e também se abriu. Uma velha ruína, dessas que a gente nem lembra mais que existia, ruiu. E eu chorei. Chorei pela certeza da incerteza que tantas vezes nos servem na mesa, da infância. A incerteza sobre nosso valor, nossa força, nossa significância. E na lágrima, já estava, a clareza: eu não estive só. Disso tenho certeza. Quantos de nós carregamos o mesmo nó na garganta? Muitos atrás, também viveram no “se desfaz”. Também não receberam na face inicial das relações, boas condições. Quantas vezes a imagem devolvida foi de dor, insuficiência, amedrontamento? Quanto condicionamento! O espelho das primeiras relações é o primeiro lugar onde aprendemos quem somos. Se ele está quebrado, distorcido ou embaçado, passamos a vida tentando juntar os cacos, de uma imagem que nunca foi inteira. Passamos a vida desconfiando do nosso próprio reflexo. Um longo processo. Mas então, em meio à lágrima, me surgiu um fino sorriso. Uma desconfiança da lembrança: será que dá pra ser tudo isso? Sim!!!! Eu já posso ver no horizonte do novo destino. Sempre é tempo de viver, um pouco mais de bem-querer, consigo. “Com Sigo”. Sabrynna Ribeiro 🕊️ 🎥Vídeo de @man0namissi0n #reels #ser #viver #amor #palavra #poder
A beleza traiçoeira de cair na brincadeira pode acabar mal. Veja: se deixar levar pela distração da ocasião, sem reconhecer ali uma dor, te faz cair nas mãos do predador. O que parece esconderijo para a agonia, e vem com cara de harmonia, é só tentativa de te envolver na partida. Enquanto você se dá ao prazer imediato, ficas de ti afastado. Te manter ocupado é ato pensado. Assim, aumentas o fardo que já é pesado. Hipnotizado, se gasta na inocência, cai na armadilha da dependência, e vira prato. Sua fome de contato imediato te expõe ao raso que no fundo não alimenta teu tato. Cuidado. Olhe a cena: o caminho parece seguro, a grama é farta, o encontro parece um acaso. Mas há uma tensão no ar, um jogo que não se vê só de olhar. É que o coiote chama pra brincar e quando perto o cervo está, a matilha vem pra atacar. Podes lembrar? Nem tudo que é belo é singelo. Nem tudo que corresponde, responde. Nem tudo que se aproxima, de ti te aproxima. Toda interação é um convite à percepção, e quando toleras a frustração, podes então, te manter viva na vida. Nem tudo que rima, combina. E até isso, a natureza ensina. Sabrynna Bseis 🕊️ 🎥Vídeo de @deeedod #cuidar #perceber #ser #ver #poesia #comover_se #reels #inspiração
Me impressiona como a vida pode virar do avesso em segundos. Como uma mudança de cenário pode transformar um predador de ponto máximo, em um vulnerável desfavorecido. É meu amigo. A natureza desenha e ilustra situações que também vivemos no dia-a-dia. Olha essas belugas: nas águas geladas do Ártico, elas são rainhas absolutas. Navegam com confiança, dominam o território, conhecem cada corrente. Mas aqui, nas águas abertas, algo muda. A vastidão que antes era lar, vira desafio. O que era familiar se torna incerto. E elas fazem algo que pode nos inspirar: se adaptam sem perder a essência. Não lutam contra o novo cenário tentando impor as regras do antigo. Não se desesperam porque o jogo mudou. Elas simplesmente reorganizam suas estratégias. Em águas abertas elas satisfazem sua curiosidade, enquanto se defendem utilizando a larga extensão. E num é que a gente também pode, não por sorte, mas por norte, transformar a vulnerabilidade em sabedoria, e usar os componentes da cena presente, ao nosso favor? Perceba. As mudanças de cenário acontecem o tempo todo. Mudanças internas e externas. Um desencontro, um luto, um jeito de sentir e de pensar diferente, um relacionamento que termina, um trabalho novo, uma fase da vida biológica que não reconhecemos. E aí entra o pânico: “Eu não sei como ser neste lugar. Eu era bom no outro cenário.” Mas as belugas nos ensinam que identidade não é sobre o lugar onde você brilha porque domina. É sobre como você se move quando o chão muda debaixo dos seus pés. É sobre descobrir que você tem recursos que nem sabia que existiam. Às vezes, estar desfavorecido, te favorece. Te força a sair do piloto automático, a despertar habilidades dormentes, a descobrir que você é mais resiliente do que imaginava. O cenário vai mudar. Sempre muda. A questão não é como evitar isso, mas como dançar na correnteza da incerteza, sem perder quem “você é”, no processo. Porque no final, não importa se você é predador ou presa. Importa se você sabe se adaptar sem se perder. Sabrynna Bseis 🕊️ 🎥Vídeo de @mywildlive #vida #ser #adaptar #autênticidade #mudança #novidade #natureza #reels #hoje #comover_se
As vezes o que queremos nos tornar ou oferecer, foi o que um dia, mais precisávamos receber. As vezes a falta se torna meta, e a seta que aponta para um desejo, é só denúncia do que um dia, foi desassossego. O adulto no fundo, carrega as marcas da infância, do seu “pequeno eu”. E muitas vezes para compensar, procura dar ou mostrar, o que não recebeu. Quando isso se dá, antes que se possa reparar, aumenta a lacuna do que em si, não reconheceu. Projeta portanto o tanto, que perdeu. Michael Jackson. O vídeo mostra o menino gentil, de olhar doce, que não teve permissão para ser criança. O pequeno gênio que desde os cinco anos trabalhava sob a pressão e a violência de um pai que exigia perfeição, e que nunca lhe disse “eu te amo”. A infância que não houve. Depois, vemos o adulto. O homem que constrói um mundo inteiro, um parque de diversões chamado “Terra do Nunca”, para tentar, desesperadamente, resgatar o que lhe foi roubado. Ele não só projeta a falta: ele a transforma em arquitetura, em fantasia, em convite. Michael se cercou de crianças não para ensinar, mas para aprender. Para lembrar. Ele oferecia a elas, de forma grandiosa, tudo o que mais precisou, e não teve: o direito de ser amado sem ter que merecer, o direito de brincar sem ter que performar, o direito de ser protegido, sem ter que ser genial. Ele disse: “Neverland sou eu”. E era. Um lugar mágico e ferido. Uma tentativa externa de curar uma ferida interna. Ele tentava salvar todas as crianças do mundo para ver se, em alguma delas, ele conseguia salvar a si mesmo. Mas a lacuna, aumentava. Porque enquanto ele oferecia o paraíso aos outros, o seu “pequeno eu” continuava lá, sozinho, no deserto da memória. Talvez a história dele seja o mais trágico e primoroso exemplo de que a nossa maior obra, a nossa maior obsessão, o nosso maior presente para o mundo, é quase sempre um mapa detalhado da nossa maior falta. Um eco da criança que ainda espera, dentro de nós, por aquilo que insistimos em dar aos outros, antes de oferecer a ela. Sabrynna Ribeiro 🕊️ 🎥Vídeo de @barbarhat #Psicologia #CriançaInterior #Compensação #Projeção #Autoconhecimento #trauma #projeção #hoje #ser
Você pode recuar se a mente te contar que o que está “lá” é ameaça. A imagem que a mente retrata, pode ser traiçoeira, pois não dita a experiência inteira. Por isso, é preciso ser inteira. Tatear com o corpo e com os sentidos, é não ficar interrompido. Seguir não só com o que imagina, mas também com o que experencia, amplia. No corredor da vida, o que se adia, pode ser que denuncia: o que foi pintado, impede a ida. O cão, leal à sua mente, para. Ele vê o buraco, analisa o perigo, calcula a queda. Ele circula, hesita, confia na imagem que os olhos lhe contam. Ele acredita na pintura. E, por acreditar, o abismo se torna real para ele. O gato, porém, não delibera. Ele não pensa sobre o abismo. Ele simplesmente é. Ele avança. E com a sabedoria que só o corpo possui, ele caminha na realidade. A pata toca o chão e descobre que o buraco não tem profundidade. E ele cruza, sem esforço, o que para o outro, foi visto como impossibilidade. Quantas vezes você recua diante de buracos que você mesmo pintou? Sabrynna Ribeiro 🕊️ 🎥Vídeo de @baby_dog62 #vida #ser #trauma #percepção #mente #corpo #poesia #hoje #seguir #avançar
Esse vídeo mexeu comigo. Não por um motivo, mas por vários. Ele me ajudou a fazer contato com o que em mim é borda, ponta, lugar de impacto. Me peguei pensando: como teria sido crescer com esse tipo de estímulo? Como seria ter a permissão, desde cedo, para declarar coisas boas a meu respeito? Como seria ouvir um eco de encorajamento no lugar do silêncio, da crítica, ou da dúvida no espelhamento? Nesse momento, reparei em meu peito: algo apertou e também se abriu. Uma velha ruína, dessas que a gente nem lembra mais que existia, ruiu. E eu chorei. Chorei pela certeza da incerteza que tantas vezes nos servem na mesa, da infância. A incerteza sobre nosso valor, nossa força, nossa significância. E na lágrima, já estava, a clareza: eu não estive só. Disso tenho certeza. Quantos de nós carregamos o mesmo nó na garganta? Muitos atrás, também viveram no “se desfaz”. Também não receberam na face inicial das relações, boas condições. Quantas vezes a imagem devolvida foi de dor, insuficiência, amedrontamento? Quanto condicionamento! O espelho das primeiras relações é o primeiro lugar onde aprendemos quem somos. Se ele está quebrado, distorcido ou embaçado, passamos a vida tentando juntar os cacos, de uma imagem que nunca foi inteira. Passamos a vida desconfiando do nosso próprio reflexo. Um longo processo. Mas então, em meio à lágrima, me surgiu um fino sorriso. Uma desconfiança da lembrança: será que dá pra ser tudo isso? Sim!!!! Eu já posso ver no horizonte do novo destino. Sempre é tempo de viver, um pouco mais de bem-querer, consigo. “Com Sigo”. Sabrynna Ribeiro 🕊️ 🎥Vídeo de @man0namissi0n #reels #ser #viver #amor #palavra #poder
A beleza traiçoeira de cair na brincadeira pode acabar mal. Veja: se deixar levar pela distração da ocasião, sem reconhecer ali uma dor, te faz cair nas mãos do predador. O que parece esconderijo para a agonia, e vem com cara de harmonia, é só tentativa de te envolver na partida. Enquanto você se dá ao prazer imediato, ficas de ti afastado. Te manter ocupado é ato pensado. Assim, aumentas o fardo que já é pesado. Hipnotizado, se gasta na inocência, cai na armadilha da dependência, e vira prato. Sua fome de contato imediato te expõe ao raso que no fundo não alimenta teu tato. Cuidado. Olhe a cena: o caminho parece seguro, a grama é farta, o encontro parece um acaso. Mas há uma tensão no ar, um jogo que não se vê só de olhar. É que o coiote chama pra brincar e quando perto o cervo está, a matilha vem pra atacar. Podes lembrar? Nem tudo que é belo é singelo. Nem tudo que corresponde, responde. Nem tudo que se aproxima, de ti te aproxima. Toda interação é um convite à percepção, e quando toleras a frustração, podes então, te manter viva na vida. Nem tudo que rima, combina. E até isso, a natureza ensina. Sabrynna Bseis 🕊️ 🎥Vídeo de @deeedod #cuidar #perceber #ser #ver #poesia #comover_se #reels #inspiração
Me impressiona como a vida pode virar do avesso em segundos. Como uma mudança de cenário pode transformar um predador de ponto máximo, em um vulnerável desfavorecido. É meu amigo. A natureza desenha e ilustra situações que também vivemos no dia-a-dia. Olha essas belugas: nas águas geladas do Ártico, elas são rainhas absolutas. Navegam com confiança, dominam o território, conhecem cada corrente. Mas aqui, nas águas abertas, algo muda. A vastidão que antes era lar, vira desafio. O que era familiar se torna incerto. E elas fazem algo que pode nos inspirar: se adaptam sem perder a essência. Não lutam contra o novo cenário tentando impor as regras do antigo. Não se desesperam porque o jogo mudou. Elas simplesmente reorganizam suas estratégias. Em águas abertas elas satisfazem sua curiosidade, enquanto se defendem utilizando a larga extensão. E num é que a gente também pode, não por sorte, mas por norte, transformar a vulnerabilidade em sabedoria, e usar os componentes da cena presente, ao nosso favor? Perceba. As mudanças de cenário acontecem o tempo todo. Mudanças internas e externas. Um desencontro, um luto, um jeito de sentir e de pensar diferente, um relacionamento que termina, um trabalho novo, uma fase da vida biológica que não reconhecemos. E aí entra o pânico: “Eu não sei como ser neste lugar. Eu era bom no outro cenário.” Mas as belugas nos ensinam que identidade não é sobre o lugar onde você brilha porque domina. É sobre como você se move quando o chão muda debaixo dos seus pés. É sobre descobrir que você tem recursos que nem sabia que existiam. Às vezes, estar desfavorecido, te favorece. Te força a sair do piloto automático, a despertar habilidades dormentes, a descobrir que você é mais resiliente do que imaginava. O cenário vai mudar. Sempre muda. A questão não é como evitar isso, mas como dançar na correnteza da incerteza, sem perder quem “você é”, no processo. Porque no final, não importa se você é predador ou presa. Importa se você sabe se adaptar sem se perder. Sabrynna Bseis 🕊️ 🎥Vídeo de @mywildlive #vida #ser #adaptar #autênticidade #mudança #novidade #natureza #reels #hoje #comover_se
As vezes o que queremos nos tornar ou oferecer, foi o que um dia, mais precisávamos receber. As vezes a falta se torna meta, e a seta que aponta para um desejo, é só denúncia do que um dia, foi desassossego. O adulto no fundo, carrega as marcas da infância, do seu “pequeno eu”. E muitas vezes para compensar, procura dar ou mostrar, o que não recebeu. Quando isso se dá, antes que se possa reparar, aumenta a lacuna do que em si, não reconheceu. Projeta portanto o tanto, que perdeu. Michael Jackson. O vídeo mostra o menino gentil, de olhar doce, que não teve permissão para ser criança. O pequeno gênio que desde os cinco anos trabalhava sob a pressão e a violência de um pai que exigia perfeição, e que nunca lhe disse “eu te amo”. A infância que não houve. Depois, vemos o adulto. O homem que constrói um mundo inteiro, um parque de diversões chamado “Terra do Nunca”, para tentar, desesperadamente, resgatar o que lhe foi roubado. Ele não só projeta a falta: ele a transforma em arquitetura, em fantasia, em convite. Michael se cercou de crianças não para ensinar, mas para aprender. Para lembrar. Ele oferecia a elas, de forma grandiosa, tudo o que mais precisou, e não teve: o direito de ser amado sem ter que merecer, o direito de brincar sem ter que performar, o direito de ser protegido, sem ter que ser genial. Ele disse: “Neverland sou eu”. E era. Um lugar mágico e ferido. Uma tentativa externa de curar uma ferida interna. Ele tentava salvar todas as crianças do mundo para ver se, em alguma delas, ele conseguia salvar a si mesmo. Mas a lacuna, aumentava. Porque enquanto ele oferecia o paraíso aos outros, o seu “pequeno eu” continuava lá, sozinho, no deserto da memória. Talvez a história dele seja o mais trágico e primoroso exemplo de que a nossa maior obra, a nossa maior obsessão, o nosso maior presente para o mundo, é quase sempre um mapa detalhado da nossa maior falta. Um eco da criança que ainda espera, dentro de nós, por aquilo que insistimos em dar aos outros, antes de oferecer a ela. Sabrynna Ribeiro 🕊️ 🎥Vídeo de @barbarhat #Psicologia #CriançaInterior #Compensação #Projeção #Autoconhecimento #trauma #projeção #hoje #ser
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