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Projeto de educação continuada multidisciplinar em oncologia mamária. 🧑🏻⚕️👨🏻⚕️🧬
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“Contracepção no câncer de mama é uma coisa seríssima.” A fala do Dr. João Bosco (@dr.joaoboscoo), reforça algo que ainda passa despercebido na prática clínica: a discussão sobre contracepção precisa acontecer já na primeira consulta. Mesmo quando não há desejo reprodutivo imediato, e mesmo quando haverá espaço futuro para considerar gravidez, é essencial garantir proteção durante todo o período de tratamento. Gravidez associada a quimioterapia, hormonioterapia ou terapia anti-HER2 é um cenário devastador para paciente e equipe. 🔍 Pergunta para reflexão: No seu consultório, a contracepção já faz parte do protocolo de primeira consulta com pacientes com câncer de mama?
No contexto da mulher com câncer de mama, a reposição hormonal sistêmica segue sendo um ponto de cautela. Mas, no uso tópico e em baixa dose, testosterona e DHEA têm sido avaliadas como alternativas adjuvantes para melhora de lubrificação, conforto genital e função sexual. Embora ainda faltem evidências robustas, a experiência clínica e estudos preliminares sugerem que o uso local, por períodos curtos e em doses muito baixas, não parece aumentar risco de recidiva em pacientes selecionadas, especialmente naquelas em vigilância com longo tempo de seguimento. O ponto central é o mesmo para qualquer intervenção em sexualidade feminina: ➡️ entender o sintoma, ➡️ avaliar a intensidade da atrofia, ➡️ identificar o impacto na vida sexual, ➡️ individualizar a escolha terapêutica. Para muitos casos, a hidratação vaginal e vulvar permanece o primeiro passo. Mas é fundamental que o profissional conheça todas as ferramentas disponíveis, inclusive as terapias hormonais tópicas, para conduzir a paciente de forma segura e baseada em evidências. 🎧 Quer aprofundar o tema e ouvir a discussão completa? Episódio disponível no Clube da Mama Talks.
🗓️ No Dia Nacional de Combate ao Câncer, um lembrete que salva vidas: o rastreamento adequado continua sendo uma das ferramentas mais poderosas para reduzir a mortalidade. No corte de hoje, o Dr. Júlio Antônio, cofundador do Clube da Mama, reforça um ponto essencial da prática clínica: a mamografia é o exame que comprovadamente diminui o risco de morte por câncer de mama. Informação salva vidas. O diagnóstico precoce transforma histórias. Que este dia fortaleça o que repetimos sempre no Clube da Mama: cuidar de si é um gesto de amor e começa com uma mamografia feita no tempo certo. 👉 Compartilhe informação.
🩺 Quando é fundamental encaminhar a paciente para um especialista em saúde sexual? A Dra. Carmita Abdo (@carmita.abdo) explica como o oncologista pode abordar a sexualidade da paciente com câncer de mama de forma estruturada, utilizando o modelo PLISSIT, que organiza a abordagem em etapas progressivas antes de decidir pelo encaminhamento: 1️⃣ P – Permission (Permitir) que o assunto venha à tona. 2️⃣ LI – Limited Information (Informações gerais) sobre sexualidade e disfunções. 3️⃣ SS – Specific Suggestions (Esclarecimentos específicos) dentro do repertório do profissional. 4️⃣ IT – Intensive Therapy (Encaminhamento) quando ainda houver limitações após as três fases anteriores. Essa postura faz toda a diferença: um profissional bem preparado identifica precocemente problemas, orienta melhor e sabe exatamente quando buscar apoio especializado. 💬 E você, como tem avaliado a sexualidade das suas pacientes oncológicas na prática clínica?
Hoje, o Clube da Mama se une em homenagem à Fernanda uma mulher que, com força e sensibilidade, transformou quem teve a sorte de cruzar seu caminho. Neste corte, ela lembra algo que sempre guiou sua jornada: o diagnóstico não define quem você é. Sua forma de olhar a vida tocou profundamente outras pacientes e também toda a nossa equipe. É assim que vamos lembrar dela: pelo impacto que gerou, pelas mulheres que inspirou e pela generosidade de compartilhar sua história para que outras pacientes também se sentissem menos sozinhas. Ao Clube da Mama, fica a responsabilidade e o compromisso de manter vivo aquilo que ela acreditava: informação, acolhimento e humanidade. Obrigada, Fernanda, por tudo que você nos ensinou. 🩷 @oncoguia
“Contracepção no câncer de mama é uma coisa seríssima.” A fala do Dr. João Bosco (@dr.joaoboscoo), reforça algo que ainda passa despercebido na prática clínica: a discussão sobre contracepção precisa acontecer já na primeira consulta. Mesmo quando não há desejo reprodutivo imediato, e mesmo quando haverá espaço futuro para considerar gravidez, é essencial garantir proteção durante todo o período de tratamento. Gravidez associada a quimioterapia, hormonioterapia ou terapia anti-HER2 é um cenário devastador para paciente e equipe. 🔍 Pergunta para reflexão: No seu consultório, a contracepção já faz parte do protocolo de primeira consulta com pacientes com câncer de mama?
No contexto da mulher com câncer de mama, a reposição hormonal sistêmica segue sendo um ponto de cautela. Mas, no uso tópico e em baixa dose, testosterona e DHEA têm sido avaliadas como alternativas adjuvantes para melhora de lubrificação, conforto genital e função sexual. Embora ainda faltem evidências robustas, a experiência clínica e estudos preliminares sugerem que o uso local, por períodos curtos e em doses muito baixas, não parece aumentar risco de recidiva em pacientes selecionadas, especialmente naquelas em vigilância com longo tempo de seguimento. O ponto central é o mesmo para qualquer intervenção em sexualidade feminina: ➡️ entender o sintoma, ➡️ avaliar a intensidade da atrofia, ➡️ identificar o impacto na vida sexual, ➡️ individualizar a escolha terapêutica. Para muitos casos, a hidratação vaginal e vulvar permanece o primeiro passo. Mas é fundamental que o profissional conheça todas as ferramentas disponíveis, inclusive as terapias hormonais tópicas, para conduzir a paciente de forma segura e baseada em evidências. 🎧 Quer aprofundar o tema e ouvir a discussão completa? Episódio disponível no Clube da Mama Talks.
🗓️ No Dia Nacional de Combate ao Câncer, um lembrete que salva vidas: o rastreamento adequado continua sendo uma das ferramentas mais poderosas para reduzir a mortalidade. No corte de hoje, o Dr. Júlio Antônio, cofundador do Clube da Mama, reforça um ponto essencial da prática clínica: a mamografia é o exame que comprovadamente diminui o risco de morte por câncer de mama. Informação salva vidas. O diagnóstico precoce transforma histórias. Que este dia fortaleça o que repetimos sempre no Clube da Mama: cuidar de si é um gesto de amor e começa com uma mamografia feita no tempo certo. 👉 Compartilhe informação.
🩺 Quando é fundamental encaminhar a paciente para um especialista em saúde sexual? A Dra. Carmita Abdo (@carmita.abdo) explica como o oncologista pode abordar a sexualidade da paciente com câncer de mama de forma estruturada, utilizando o modelo PLISSIT, que organiza a abordagem em etapas progressivas antes de decidir pelo encaminhamento: 1️⃣ P – Permission (Permitir) que o assunto venha à tona. 2️⃣ LI – Limited Information (Informações gerais) sobre sexualidade e disfunções. 3️⃣ SS – Specific Suggestions (Esclarecimentos específicos) dentro do repertório do profissional. 4️⃣ IT – Intensive Therapy (Encaminhamento) quando ainda houver limitações após as três fases anteriores. Essa postura faz toda a diferença: um profissional bem preparado identifica precocemente problemas, orienta melhor e sabe exatamente quando buscar apoio especializado. 💬 E você, como tem avaliado a sexualidade das suas pacientes oncológicas na prática clínica?
Hoje, o Clube da Mama se une em homenagem à Fernanda uma mulher que, com força e sensibilidade, transformou quem teve a sorte de cruzar seu caminho. Neste corte, ela lembra algo que sempre guiou sua jornada: o diagnóstico não define quem você é. Sua forma de olhar a vida tocou profundamente outras pacientes e também toda a nossa equipe. É assim que vamos lembrar dela: pelo impacto que gerou, pelas mulheres que inspirou e pela generosidade de compartilhar sua história para que outras pacientes também se sentissem menos sozinhas. Ao Clube da Mama, fica a responsabilidade e o compromisso de manter vivo aquilo que ela acreditava: informação, acolhimento e humanidade. Obrigada, Fernanda, por tudo que você nos ensinou. 🩷 @oncoguia
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