@cintiamellomel
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Dicas. Autocuidado. saúde emocional Terapeuta CITRG 13502 Terapias Estéticas 11 anos na Tv Dançarina Prof. De Samba Encontre sua melhor versão!
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Ainda tem gente que chama de opinião pessoal o que, na verdade, é reflexo de séculos de racism@. Durante mais de 300 anos, pessoas negras foram escravizadas, torturadas e vendidas — e tudo isso era visto como “normal”, como “aceitável”. O rac1sm0 mudou de forma, mas ainda tenta se esconder atrás de frases como: “essa roupa não ficou boa”, “não combina com seu tom de pele”, “é só meu ponto de vista”. Mas não é “ponto de vista”, é herança estrutural. É o olhar viciado que aprendeu a achar que beleza tem cor, que elegância tem tom de pele, que representatividade é exceção. A escravidão acabou há 137 anos, mas o rac1sm0 ainda tenta se disfarçar de opinião. E é por isso que a gente fala, se mostra, se afirma e continua ocupando os espaços que sempre foram nossos por direito. ✊🏾✨ @joiarara.alexandra ❤️ #BelezaNegra #RepresentatividadeImporta
Nenhum dinheiro, poder ou influência justifica ferir a vida do outro. Conscientizar-se do impacto que causamos é o primeiro passo para uma humanidade mais justa e empática.
O ciclo do abuso, na perspectiva psicanalítica, quase nunca começa com dor. Ele começa com conquista. Com envolvência. Com a sensação, tão rara e tão desejada, de finalmente ser vista, escolhida, amada. No início, o agressor cria um cenário perfeito: atenção excessiva, promessas, presença constante. É a fase do encantamento, onde a vítima acredita ter encontrado aquilo que esperou por anos. E é justamente aí que o laço mais profundo se forma: no desejo humano de ser amado. Com o tempo, porém, surgem os primeiros sinais — sutis, silenciosos, facilmente confundidos com “cuidado”. A crítica velada, o controle disfarçado, o isolamento que chega devagar. Na psicanálise, entendemos que esse processo não prende apenas pelo que acontece, mas pelo que se repete no inconsciente: feridas antigas, histórias emocionais não elaboradas, vínculos que se tornam aprisionamentos invisíveis. Até que, sem perceber, a vítima já está longe de si mesma. Longe dos amigos. Longe da família. Longe do próprio eixo. E o agressor, muitas vezes um psicopata narcisista, se torna “necessário”, como se fosse a única porta possível, mesmo sendo a porta que machuca. Sair desse ciclo não é falta de força. É um processo profundo, que exige consciência, apoio e reconstrução interna. Porque ninguém merece viver preso a um amor que destrói. E todo mundo merece reencontrar o caminho de volta para si.
Dia 9 de fevereiro começa o SEGUNDA TEM SAMBA no Farofa, Brasa e Prosa! 🎶 A partir de agora, sua segunda-feira nunca mais será a mesma! ✨ Toda segunda, às 16h, a Vila Leopoldina vai tremer com o projeto idealizado pelo Candão, trazendo a energia da Roda de Samba comandada por @tiowillianoficial e @raulgermanos e começa às 17:30 . 💥 📍 Espaço Farofa, Brasa e Prosa Rua Guaipá, 551 – Vila Leopoldina Venha direto do trabalho, traga a família, os amigos, o crush — aqui tem samba de verdade, cardápio variado, drinques especiais, cerveja gelada e um clima delicioso pra começar a semana leve, feliz e com muita música boa. 🥂✨ Porque segunda-feira também é dia de celebrar! 💛 Vem viver essa roda com a gente! 🎤🥁🔥
Ainda tem gente que chama de opinião pessoal o que, na verdade, é reflexo de séculos de racism@. Durante mais de 300 anos, pessoas negras foram escravizadas, torturadas e vendidas — e tudo isso era visto como “normal”, como “aceitável”. O rac1sm0 mudou de forma, mas ainda tenta se esconder atrás de frases como: “essa roupa não ficou boa”, “não combina com seu tom de pele”, “é só meu ponto de vista”. Mas não é “ponto de vista”, é herança estrutural. É o olhar viciado que aprendeu a achar que beleza tem cor, que elegância tem tom de pele, que representatividade é exceção. A escravidão acabou há 137 anos, mas o rac1sm0 ainda tenta se disfarçar de opinião. E é por isso que a gente fala, se mostra, se afirma e continua ocupando os espaços que sempre foram nossos por direito. ✊🏾✨ @joiarara.alexandra ❤️ #BelezaNegra #RepresentatividadeImporta
Nenhum dinheiro, poder ou influência justifica ferir a vida do outro. Conscientizar-se do impacto que causamos é o primeiro passo para uma humanidade mais justa e empática.
O ciclo do abuso, na perspectiva psicanalítica, quase nunca começa com dor. Ele começa com conquista. Com envolvência. Com a sensação, tão rara e tão desejada, de finalmente ser vista, escolhida, amada. No início, o agressor cria um cenário perfeito: atenção excessiva, promessas, presença constante. É a fase do encantamento, onde a vítima acredita ter encontrado aquilo que esperou por anos. E é justamente aí que o laço mais profundo se forma: no desejo humano de ser amado. Com o tempo, porém, surgem os primeiros sinais — sutis, silenciosos, facilmente confundidos com “cuidado”. A crítica velada, o controle disfarçado, o isolamento que chega devagar. Na psicanálise, entendemos que esse processo não prende apenas pelo que acontece, mas pelo que se repete no inconsciente: feridas antigas, histórias emocionais não elaboradas, vínculos que se tornam aprisionamentos invisíveis. Até que, sem perceber, a vítima já está longe de si mesma. Longe dos amigos. Longe da família. Longe do próprio eixo. E o agressor, muitas vezes um psicopata narcisista, se torna “necessário”, como se fosse a única porta possível, mesmo sendo a porta que machuca. Sair desse ciclo não é falta de força. É um processo profundo, que exige consciência, apoio e reconstrução interna. Porque ninguém merece viver preso a um amor que destrói. E todo mundo merece reencontrar o caminho de volta para si.
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