@augusto.ollivieri
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Psicoterapeuta | Terapia de Casais | Orientação Familiar Acesse o link abaixo👇
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Este vídeo é belíssimo. Hoje, associa-se a castidade há algo caricato: de jovens meio bobos, fracos e “religiosinhos”. Quase como que àqueles que já não teriam sucesso “nem se quisessem”. Esquecemos assim que “luxúria” é o nome do vício daquele que é dominado pelo sexo - assim como “gula” é ser dominado pela comida -, e que o seu domínio se chama “castidade” ou “pureza”, portanto, um tipo de força e excelência, como a própria raiz de “virtude”. Vale lembrar de Alexandre Magno que, sendo o homem mais poderoso do mundo, e tendo sido tutelado por Aristóteles, viveu de forma casta e casou virgem com a mulher que amava, como relatado na biografia escrita há 2 mil anos por Plutarco. Ele não era judeu, nem cristão… era pagão! Mas um homem que aprendeu a pensar segundo a reta razão. Se não tivéssemos o imaginário desordenado e pequeno da nossa época, perceberíamos uma quantidade enorme maiores homens da história, valorizavam o domínio de si mesmo, das suas paixões e, portanto, a vida casta. Vale notar porém que, ao contrario do que muitos pensam, este é inclusive o melhor caminho para a conquista real e profunda, para amar e ser amado, e para casar, como já expliquei aqui nas aulas sobre os 4 arquétipos masculinos e femininos da conquista. Agora, caso você queira se aprofundar e ter um roteiro prático de conquista e de como propor a castidade para homens e mulheres, recomendo que você conheça o curso “Da Conquista ao Altar” dentro da Arca. Lá você terá um aulão exatamente sobre isto, além de várias outras aulas e módulos sobre conquista, namoro, matrimônio, vida espiritual etc etc. Acesse o link na bio para conhecer mais. Abraços a todos.
Quem tem o poder de casar? E de ir pra cama? É o homem ou a mulher? — aos interessados em entender as raízes antropológicas disso, recomendo uma aula que gravei de 2h chamada “O que elas e eles querem” que está no meu canal naquela outra rede social. É só pesquisar pelo título e pelo meu nome.
O Amor não é um mero sentimento, uma grande paixão ou um “eu te amo” por si só. Sabemos, intuitivamente, que ele transcende e abrange inúmeros sentimentos possíveis em relação ao ser amado. Quem nunca se chateou com sua mãe, filho ou esposa ao mesmo tempo que existia e resistia um Amor profundo? Por isso, o Amor tem que ser necessariamente algo além disso. Na verdade, o Amor é fomentar a existência do outro; é querer profundamente o seu Bem; é a satisfação na renúncia para fortalecermos quem amamos. É justamente nisso que reside o amor paternal o qual resiste mesmo quando somos insuportáveis e injustos. Cá entre nós, se dependêssemos de sermos boas companhias a eles estaríamos ferrados. A concepção de Amor traz, então, um significado e um valor imensamente superior quando, no Cristianismo, contemplamos que “Deus é Amor” e que “Jesus nos amou”. Pense nisso: Jesus nos amou, mas não ficou cheio de sentimentalismo aos prantos falando que somos “as coisas mais bonitinhas do mundo”, sendo “fofo”, passando a mão em nossa cabeça. Longe de ser permissivo, ele proclamou a porta estreita. Infelizmente, essa deturpação rasa da palavra “Amor” faz, inclusive, muitos pais confundirem “amarem muito” com serem “grandes camaradas” e colocam o amor sob o julgo da conveniência. Assim, entendemos “Deus é Amor” com um novo brilho. Se Amor é fomentar a existência, quem o fez mais do que Ele? Se amor é querer o Bem, quem o quer mais que Ele que É o Supremo Bem? Se Amor é à disposição ao sacrifício pelo bem de quem amamos, qual é o símbolo alto da nossa civilização senão o Amor dAquele que dividiu a História em antes e depois e morreu por nós na Cruz, no mais belo e emblemático Sacrifício e Perdão da História? E o que seria o próprio Perdão senão um Sacrifício em nome do Amor? É justamente neste drama da Liberdade, do Amor e do Perdão que existe a substância humana. É um drama porque dói e, podendo escolher, podemos recusar. Queremos “ser amados”, mas nosso mandamento nos convoca, na verdade, a “amar”. E é nisto que reside o mais belo dos nossos paradoxos: é na escolha deste Sacrifício pelo outro que nos tornamos mais aquilo que somos: a imagem e semelhança dAquele que nos Amou.
Como usar a IRA para proteger a família ao invés de destruí-la.
O irassível desordenado vira ira, que é quando você ataca a pessoa e não o comportamento. Então você começa a xingar a esposa ou alguma coisa, ou com o próprio filho. E o irassível ordenado? Não é mansidão. O irassível ordenado é zelo. Tá lá quando Cristo expulsa os vendedores do templo,
Este vídeo é belíssimo. Hoje, associa-se a castidade há algo caricato: de jovens meio bobos, fracos e “religiosinhos”. Quase como que àqueles que já não teriam sucesso “nem se quisessem”. Esquecemos assim que “luxúria” é o nome do vício daquele que é dominado pelo sexo - assim como “gula” é ser dominado pela comida -, e que o seu domínio se chama “castidade” ou “pureza”, portanto, um tipo de força e excelência, como a própria raiz de “virtude”. Vale lembrar de Alexandre Magno que, sendo o homem mais poderoso do mundo, e tendo sido tutelado por Aristóteles, viveu de forma casta e casou virgem com a mulher que amava, como relatado na biografia escrita há 2 mil anos por Plutarco. Ele não era judeu, nem cristão… era pagão! Mas um homem que aprendeu a pensar segundo a reta razão. Se não tivéssemos o imaginário desordenado e pequeno da nossa época, perceberíamos uma quantidade enorme maiores homens da história, valorizavam o domínio de si mesmo, das suas paixões e, portanto, a vida casta. Vale notar porém que, ao contrario do que muitos pensam, este é inclusive o melhor caminho para a conquista real e profunda, para amar e ser amado, e para casar, como já expliquei aqui nas aulas sobre os 4 arquétipos masculinos e femininos da conquista. Agora, caso você queira se aprofundar e ter um roteiro prático de conquista e de como propor a castidade para homens e mulheres, recomendo que você conheça o curso “Da Conquista ao Altar” dentro da Arca. Lá você terá um aulão exatamente sobre isto, além de várias outras aulas e módulos sobre conquista, namoro, matrimônio, vida espiritual etc etc. Acesse o link na bio para conhecer mais. Abraços a todos.
Quem tem o poder de casar? E de ir pra cama? É o homem ou a mulher? — aos interessados em entender as raízes antropológicas disso, recomendo uma aula que gravei de 2h chamada “O que elas e eles querem” que está no meu canal naquela outra rede social. É só pesquisar pelo título e pelo meu nome.
O Amor não é um mero sentimento, uma grande paixão ou um “eu te amo” por si só. Sabemos, intuitivamente, que ele transcende e abrange inúmeros sentimentos possíveis em relação ao ser amado. Quem nunca se chateou com sua mãe, filho ou esposa ao mesmo tempo que existia e resistia um Amor profundo? Por isso, o Amor tem que ser necessariamente algo além disso. Na verdade, o Amor é fomentar a existência do outro; é querer profundamente o seu Bem; é a satisfação na renúncia para fortalecermos quem amamos. É justamente nisso que reside o amor paternal o qual resiste mesmo quando somos insuportáveis e injustos. Cá entre nós, se dependêssemos de sermos boas companhias a eles estaríamos ferrados. A concepção de Amor traz, então, um significado e um valor imensamente superior quando, no Cristianismo, contemplamos que “Deus é Amor” e que “Jesus nos amou”. Pense nisso: Jesus nos amou, mas não ficou cheio de sentimentalismo aos prantos falando que somos “as coisas mais bonitinhas do mundo”, sendo “fofo”, passando a mão em nossa cabeça. Longe de ser permissivo, ele proclamou a porta estreita. Infelizmente, essa deturpação rasa da palavra “Amor” faz, inclusive, muitos pais confundirem “amarem muito” com serem “grandes camaradas” e colocam o amor sob o julgo da conveniência. Assim, entendemos “Deus é Amor” com um novo brilho. Se Amor é fomentar a existência, quem o fez mais do que Ele? Se amor é querer o Bem, quem o quer mais que Ele que É o Supremo Bem? Se Amor é à disposição ao sacrifício pelo bem de quem amamos, qual é o símbolo alto da nossa civilização senão o Amor dAquele que dividiu a História em antes e depois e morreu por nós na Cruz, no mais belo e emblemático Sacrifício e Perdão da História? E o que seria o próprio Perdão senão um Sacrifício em nome do Amor? É justamente neste drama da Liberdade, do Amor e do Perdão que existe a substância humana. É um drama porque dói e, podendo escolher, podemos recusar. Queremos “ser amados”, mas nosso mandamento nos convoca, na verdade, a “amar”. E é nisto que reside o mais belo dos nossos paradoxos: é na escolha deste Sacrifício pelo outro que nos tornamos mais aquilo que somos: a imagem e semelhança dAquele que nos Amou.
Como usar a IRA para proteger a família ao invés de destruí-la.
O irassível desordenado vira ira, que é quando você ataca a pessoa e não o comportamento. Então você começa a xingar a esposa ou alguma coisa, ou com o próprio filho. E o irassível ordenado? Não é mansidão. O irassível ordenado é zelo. Tá lá quando Cristo expulsa os vendedores do templo,
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