@ashrafbaja
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Pode me chamar de Ash! Por aqui, te provoco a pensar fora da caixa entre fatos e contextos sobre relações internacionais e atualidades. Vamos?👇🏽🔗🌎
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Não, ajudar no Natal não é um problema. O ponto é outro. A psicologia pode ajudar a explicar esse altruísmo sazonal, que costuma falar mais de quem ajuda do que de quem precisa. Alivia a consciência, reforça a autoimagem, rende aplauso social. Psicólogos(as), algo a dizer? Justiça social incomoda porque tira o herói da cena. Ela não pede caridade pontual, pede regra, política pública e redistribuição. Doar cesta básica conforta. Aceitar o Bolsa Família como política permanente desafia valores. Já pensaram nisso? Obs.: vi essa frase na rede vizinha, de autor desconhecido, e ela ajuda a pensar no ponto que desenvolvo aqui na legenda. Se o autor aparecer, me avise para dar os créditos.
Tira o apoio da Venezuela que te entrego a Ucrânia. E, se bobear muito, paro de me importar com Taiwan… Vai analisando a política internacional como se fosse jogo de futebol que dá certo 👍🏽 Informação via @geopoliticahoje
Bem amigos, terminou.
Quando a inovação ameaça velhos interesses, a resposta costuma ser tarifa. No caso do Brasil, a questão vai além e afeta também o cenário político interno. O PIX nasceu de política pública, planejamento e autonomia tecnológica. Não pertence a um só governo. Em tempos de guerra comercial e chantagens, defender quem inova aqui dentro também é defender soberania. Paralelamente, a decisão do Brasil de acionar a OMC contra as tarifas de Trump foi mais do que necessária. Os EUA continuam sendo um parceiro importante, mas num mundo cada vez mais multipolar, não podem ser vistos como a única alternativa. Vale lembrar: essas tarifas não prejudicam apenas o Brasil. Segundo a Bloomberg, empresas americanas também estão sentindo o impacto. Uma grande importadora de suco de laranja, a Johanna Foods, entrou na Justiça nos EUA contra a medida, apontando risco de prejuízo financeiro e aumento de preços para o consumidor final. E até a imprensa americana já percebeu que essa estratégia pode sair pela culatra, como destacou o Washington Post ao comentar os efeitos contrários das decisões de Trump no caso brasileiro. Obs.: o pássaro voando no momento da transição do vídeo não foi combinado kkkk
[MÚSICA DE FUNDO]
Imagina a confusão na cabeça de quem insiste em generalizar o mundo árabe como se fosse uma coisa só? Os dois neurônios devem estar fritando com esse vídeo 🫠 P.S.: Esse vídeo é de um casamento no Líbano. O crucifixo foi retirado porque durante a dabke o movimento atrapalhava. A explicação completa e o vídeo vocês encontram no perfil do @tamer.akil.1
Um debate de altíssimo nível aconteceu ontem entre @manueladavila e @cintiachagass. As duas, que têm visões políticas e ideológicas completamente distintas, mostraram que é possível encontrar pontos de convergência. A mediação foi da @juliaduailibi. O que acharam? 🎥 @globonews
Um debate de altíssimo nível entre duas pessoas públicas com pensamentos e ideologias completamente distintas. Manuela Dávila e Cynthia Chagas mostraram que é possível ter pontos de convergência mesmo quando se pensa diferente. Veja os trechos que eu saperei para vocês aqui. Uma coisa interessante, na minha opinião, eu não sou uma estudiosa
Não, ajudar no Natal não é um problema. O ponto é outro. A psicologia pode ajudar a explicar esse altruísmo sazonal, que costuma falar mais de quem ajuda do que de quem precisa. Alivia a consciência, reforça a autoimagem, rende aplauso social. Psicólogos(as), algo a dizer? Justiça social incomoda porque tira o herói da cena. Ela não pede caridade pontual, pede regra, política pública e redistribuição. Doar cesta básica conforta. Aceitar o Bolsa Família como política permanente desafia valores. Já pensaram nisso? Obs.: vi essa frase na rede vizinha, de autor desconhecido, e ela ajuda a pensar no ponto que desenvolvo aqui na legenda. Se o autor aparecer, me avise para dar os créditos.
Tira o apoio da Venezuela que te entrego a Ucrânia. E, se bobear muito, paro de me importar com Taiwan… Vai analisando a política internacional como se fosse jogo de futebol que dá certo 👍🏽 Informação via @geopoliticahoje
Bem amigos, terminou.
Quando a inovação ameaça velhos interesses, a resposta costuma ser tarifa. No caso do Brasil, a questão vai além e afeta também o cenário político interno. O PIX nasceu de política pública, planejamento e autonomia tecnológica. Não pertence a um só governo. Em tempos de guerra comercial e chantagens, defender quem inova aqui dentro também é defender soberania. Paralelamente, a decisão do Brasil de acionar a OMC contra as tarifas de Trump foi mais do que necessária. Os EUA continuam sendo um parceiro importante, mas num mundo cada vez mais multipolar, não podem ser vistos como a única alternativa. Vale lembrar: essas tarifas não prejudicam apenas o Brasil. Segundo a Bloomberg, empresas americanas também estão sentindo o impacto. Uma grande importadora de suco de laranja, a Johanna Foods, entrou na Justiça nos EUA contra a medida, apontando risco de prejuízo financeiro e aumento de preços para o consumidor final. E até a imprensa americana já percebeu que essa estratégia pode sair pela culatra, como destacou o Washington Post ao comentar os efeitos contrários das decisões de Trump no caso brasileiro. Obs.: o pássaro voando no momento da transição do vídeo não foi combinado kkkk
[MÚSICA DE FUNDO]
Imagina a confusão na cabeça de quem insiste em generalizar o mundo árabe como se fosse uma coisa só? Os dois neurônios devem estar fritando com esse vídeo 🫠 P.S.: Esse vídeo é de um casamento no Líbano. O crucifixo foi retirado porque durante a dabke o movimento atrapalhava. A explicação completa e o vídeo vocês encontram no perfil do @tamer.akil.1
Um debate de altíssimo nível aconteceu ontem entre @manueladavila e @cintiachagass. As duas, que têm visões políticas e ideológicas completamente distintas, mostraram que é possível encontrar pontos de convergência. A mediação foi da @juliaduailibi. O que acharam? 🎥 @globonews
Um debate de altíssimo nível entre duas pessoas públicas com pensamentos e ideologias completamente distintas. Manuela Dávila e Cynthia Chagas mostraram que é possível ter pontos de convergência mesmo quando se pensa diferente. Veja os trechos que eu saperei para vocês aqui. Uma coisa interessante, na minha opinião, eu não sou uma estudiosa
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