@arte_e_palavras
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Amante da escrita. Que bom, você aqui! 🌸🌷🌺 Entre o silêncio e a palavra, entre a ausência e o afeto. Minha poesia é travessia. [email protected]
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Bom dia, poesia! 🌺🌹🌸 Pintura abstrata de Winston Branch's 🥰🥰 Fica aqui, hoje tem poema! 🩷❤️ Sábado de luz e poesia! ✨️✨️ Poema: Linha tênue De: Glória Vara A janela divide. O que entra. O que fica. Lado de cá, silêncio. Lado de lá, vento. Nem porta, nem parede a janela é entre. É o quase. O que separa, mas não rompe. Quem olha, não atravessa. Quem atravessa, não olha mais. É tempo cortado. Luz em fresta. Vontade suspensa. A janela não decide. Permite. É borda do instante, onde a vida hesita.
Boa tarde, poesia! 🌸🌹🌺 Para a velha infância que habita em nós: O tempo não leva nada: ele apenas rodopia dentro de nós. ✨ Entre o balão da infância e as mãos da velhice, descobrimos: ser velho é também ser começo. 🌿 Poema: Velha Infância De: Glória Vara Imagens do vídeo: @inge.schuster Rodopia em mim um quintal esquecido, um balão amarrado ao pulso da memória, sopro suspenso entre o que fui e o que ainda me habita. A saudade não é ausência é rumor de passos leves no corredor das manhãs, onde a poeira da luz dança. A velhice traz nos bolsos sementes antigas, caroços guardados em silêncio, que florescem agora em rugas de ternura, em calendários invisíveis na pele. E quando ergo o balão com minhas mãos de agora, descubro: o tempo não me levou. Ele apenas me multiplicou em círculos até voltar a ser começo.
Movimento coreográfico @lydiammarie e @miamoraru 😍😍 Bom dia, poesia! 🌺🌹🌸 Nem sempre sabemos quando algo acontece pela última vez. Desejo a você: que cada gesto carregue presença! Poema: E se De: Glória Vara E se for hoje a despedida sem nome? o último aceno no canto do olhar? E se a manhã não souber voltar? e o sol que te toca agora for o último a te iluminar? Há coisas que não dizem adeus, mas vão, feito cheiro antigo em roupa de infância. E se esse café for o último a aquecer tuas mãos? se esse silêncio, não for espera, mas fim? Por isso vive. com leveza de folha, com urgência de flor. abraça como se fosse a eternidade disfarçada de instante. E se for a última vez, que seja inteira.
Arte de @inge.schuster 😍😍 Bom dia, poesia! 🌸🌹🌺 Uma boa semana a todos! Enquanto o mundo se desfaz em pressa, eu costuro silêncios com palavras e insisto no amor que ainda sustenta o ar. Você quer me acompanhar? 💛🧡🩷
Bom dia, poesia! 🌺🌹🌸 Um feliz Natal a todos! Há dias em que basta lembrar: tudo passa, mas o amor fica. 🩷🧡💛 É tempo de cultivar e vivenciar o nosso"pé de fé"! O mundo "pede fé"! Uma fé cultivada e sobretudo vivenciada! 🙏🏻✨️✨️ A todos que me acompanham por aqui, que fazem deste espaço, um lugar de encontros, arte e poesia, meu imenso agradecimento, juntos somos mais! 🩷🩷 Poema: Pé de fé De: Glória Vara Arte: @inge.schuster (sempre maravilhosa 🥰🥰) Vou plantar no meu quintal, com os pés no chão, na terra um pé de planta de fé. Regarei todos os dias com mãos de concha e esperança, que guardo escondida no armário do corpo. Mesmo nas manhãs sem sol, não deixarei de regar — a fé entende de auroras. Logo será árvore, dessas que dão sombra gostosa e abrigam o cansaço das horas. Quando a vida pesar demais, colherei suas folhas e farei um chá. Beberei devagar, para que o corpo se lembre de que nada é para sempre, e tudo, tudo passa.
Bom dia, poesia! 🌺🌹🌸 Pintura abstrata de Winston Branch's 🥰🥰 Fica aqui, hoje tem poema! 🩷❤️ Sábado de luz e poesia! ✨️✨️ Poema: Linha tênue De: Glória Vara A janela divide. O que entra. O que fica. Lado de cá, silêncio. Lado de lá, vento. Nem porta, nem parede a janela é entre. É o quase. O que separa, mas não rompe. Quem olha, não atravessa. Quem atravessa, não olha mais. É tempo cortado. Luz em fresta. Vontade suspensa. A janela não decide. Permite. É borda do instante, onde a vida hesita.
Boa tarde, poesia! 🌸🌹🌺 Para a velha infância que habita em nós: O tempo não leva nada: ele apenas rodopia dentro de nós. ✨ Entre o balão da infância e as mãos da velhice, descobrimos: ser velho é também ser começo. 🌿 Poema: Velha Infância De: Glória Vara Imagens do vídeo: @inge.schuster Rodopia em mim um quintal esquecido, um balão amarrado ao pulso da memória, sopro suspenso entre o que fui e o que ainda me habita. A saudade não é ausência é rumor de passos leves no corredor das manhãs, onde a poeira da luz dança. A velhice traz nos bolsos sementes antigas, caroços guardados em silêncio, que florescem agora em rugas de ternura, em calendários invisíveis na pele. E quando ergo o balão com minhas mãos de agora, descubro: o tempo não me levou. Ele apenas me multiplicou em círculos até voltar a ser começo.
Movimento coreográfico @lydiammarie e @miamoraru 😍😍 Bom dia, poesia! 🌺🌹🌸 Nem sempre sabemos quando algo acontece pela última vez. Desejo a você: que cada gesto carregue presença! Poema: E se De: Glória Vara E se for hoje a despedida sem nome? o último aceno no canto do olhar? E se a manhã não souber voltar? e o sol que te toca agora for o último a te iluminar? Há coisas que não dizem adeus, mas vão, feito cheiro antigo em roupa de infância. E se esse café for o último a aquecer tuas mãos? se esse silêncio, não for espera, mas fim? Por isso vive. com leveza de folha, com urgência de flor. abraça como se fosse a eternidade disfarçada de instante. E se for a última vez, que seja inteira.
Arte de @inge.schuster 😍😍 Bom dia, poesia! 🌸🌹🌺 Uma boa semana a todos! Enquanto o mundo se desfaz em pressa, eu costuro silêncios com palavras e insisto no amor que ainda sustenta o ar. Você quer me acompanhar? 💛🧡🩷
Bom dia, poesia! 🌺🌹🌸 Um feliz Natal a todos! Há dias em que basta lembrar: tudo passa, mas o amor fica. 🩷🧡💛 É tempo de cultivar e vivenciar o nosso"pé de fé"! O mundo "pede fé"! Uma fé cultivada e sobretudo vivenciada! 🙏🏻✨️✨️ A todos que me acompanham por aqui, que fazem deste espaço, um lugar de encontros, arte e poesia, meu imenso agradecimento, juntos somos mais! 🩷🩷 Poema: Pé de fé De: Glória Vara Arte: @inge.schuster (sempre maravilhosa 🥰🥰) Vou plantar no meu quintal, com os pés no chão, na terra um pé de planta de fé. Regarei todos os dias com mãos de concha e esperança, que guardo escondida no armário do corpo. Mesmo nas manhãs sem sol, não deixarei de regar — a fé entende de auroras. Logo será árvore, dessas que dão sombra gostosa e abrigam o cansaço das horas. Quando a vida pesar demais, colherei suas folhas e farei um chá. Beberei devagar, para que o corpo se lembre de que nada é para sempre, e tudo, tudo passa.
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