@andrelajst
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•Doutorando em Ciências Políticas •Palestrante e Professor •Presidente-executivo @standwithus_brasil •Especialista em Israel & Oriente Médio
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Desde ontem (22), tem circulado nas redes sociais um vídeo que mostra dois turistas israelenses sendo hostilizados por brasileiros em um bloquinho de carnaval em Belo Horizonte (MG), após falarem sua origem. Nas imagens, é possível ver que um dos brasileiros tenta agredir os israelenses, mas é contido por outra pessoa que o segura. Ainda assim, ele provoca: “você mata palestinos?”. Infelizmente, casos de antissemitismo como esse têm se tornado comuns no Brasil nos últimos dias. Nas redes sociais, é possível encontrar vários relatos de brasileiros orgulhando-se de terem agido de modo discriminatório e até agressivo contra turistas israelenses. É necessário ressaltar que isso é uma forma de racismo e xenofobia, considerada crime pelo ordenamento jurídico do Brasil, podendo, inclusive, resultar em prisão. Judeus e israelenses em geral não podem ser responsabilizados em sua totalidade por ações de governos e instituições políticas sobre as quais não têm nenhum controle.
❤️🔯🦁 BLESSINGS FOR IRAN 💚🤍❤️ #IranProtests #Iran #IStandWithIran #AllEyesOnIran #BreakingNews #IranMassacre #FreeIran2026
We wish for the Iranian people to be free soon. My Iranian brothers and sisters, this Jewish blessing is dedicated to you.
Discursei hoje (27) no Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, a convite da IDM e da @unitednationswatch, representando @standwithus_brasil. Usei a oportunidade que me foi dada para instar o órgão e seus Estados-parte a combater o antissemitismo e todas as formas de ódio. Também ressaltei o quão grave tem sido ver líderes de nações democráticas espalhando mentiras sobre Israel, acusando o país falsamente de cometer as mesmas atrocidades que o Hamas diversas vezes prometeu repetir. Ao agir desse modo, esses políticos apenas fortalecem o grupo terrorista e seus intentos genocidas e em nada ajudam a aliviar o terrível sofrimento do povo palestino. É preciso lembrar que apenas quando o Hamas e outros grupos radicais que ameaçam destruir Israel e assassinar o povo judeu, do rio ao mar, abandonarem esses ideais, é que tanto israelenses quanto palestinos serão capazes de coexistir em paz e segurança. Compartilhe!
Entrando na trend da selfie para posar ao lado de algumas das minhas maiores inspirações políticas: os homens e mulheres que tornaram possível o sonho do Estado de Israel. Como diria Theodor Herzl: que sejamos sempre “um povo livre em sua terra”. Essa é a essência do movimento de autodeterminação do povo judeu, também conhecido como sionismo — um termo que muitos tentam transformar em xingamento, mas que significa, acima de tudo, resistência.
Tentaram transformar minha palestra na Faculdade de Direito da USP, na última segunda-feira (17), em caos. Chegaram ao ponto de hastear a bandeira do Líbano achando que isso iria me ofender. Mal sabem eles que sou casado com uma libanesa, admiro profundamente o país e aprecio a história da comunidade judaica lá. E mais: sonho que um dia eu possa viajar com meus futuros filhos de Tel Aviv a Beirute. A pluralidade acadêmica venceu o caos por meio do apoio que recebi de professores e ex-alunos da USP, os quais repudiaram a tentativa de censura. Continuo acreditando no diálogo, mesmo quando alguns fazem de tudo para impedir que ele exista.
Desde ontem (22), tem circulado nas redes sociais um vídeo que mostra dois turistas israelenses sendo hostilizados por brasileiros em um bloquinho de carnaval em Belo Horizonte (MG), após falarem sua origem. Nas imagens, é possível ver que um dos brasileiros tenta agredir os israelenses, mas é contido por outra pessoa que o segura. Ainda assim, ele provoca: “você mata palestinos?”. Infelizmente, casos de antissemitismo como esse têm se tornado comuns no Brasil nos últimos dias. Nas redes sociais, é possível encontrar vários relatos de brasileiros orgulhando-se de terem agido de modo discriminatório e até agressivo contra turistas israelenses. É necessário ressaltar que isso é uma forma de racismo e xenofobia, considerada crime pelo ordenamento jurídico do Brasil, podendo, inclusive, resultar em prisão. Judeus e israelenses em geral não podem ser responsabilizados em sua totalidade por ações de governos e instituições políticas sobre as quais não têm nenhum controle.
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Discursei hoje (27) no Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, a convite da IDM e da @unitednationswatch, representando @standwithus_brasil. Usei a oportunidade que me foi dada para instar o órgão e seus Estados-parte a combater o antissemitismo e todas as formas de ódio. Também ressaltei o quão grave tem sido ver líderes de nações democráticas espalhando mentiras sobre Israel, acusando o país falsamente de cometer as mesmas atrocidades que o Hamas diversas vezes prometeu repetir. Ao agir desse modo, esses políticos apenas fortalecem o grupo terrorista e seus intentos genocidas e em nada ajudam a aliviar o terrível sofrimento do povo palestino. É preciso lembrar que apenas quando o Hamas e outros grupos radicais que ameaçam destruir Israel e assassinar o povo judeu, do rio ao mar, abandonarem esses ideais, é que tanto israelenses quanto palestinos serão capazes de coexistir em paz e segurança. Compartilhe!
Entrando na trend da selfie para posar ao lado de algumas das minhas maiores inspirações políticas: os homens e mulheres que tornaram possível o sonho do Estado de Israel. Como diria Theodor Herzl: que sejamos sempre “um povo livre em sua terra”. Essa é a essência do movimento de autodeterminação do povo judeu, também conhecido como sionismo — um termo que muitos tentam transformar em xingamento, mas que significa, acima de tudo, resistência.
Tentaram transformar minha palestra na Faculdade de Direito da USP, na última segunda-feira (17), em caos. Chegaram ao ponto de hastear a bandeira do Líbano achando que isso iria me ofender. Mal sabem eles que sou casado com uma libanesa, admiro profundamente o país e aprecio a história da comunidade judaica lá. E mais: sonho que um dia eu possa viajar com meus futuros filhos de Tel Aviv a Beirute. A pluralidade acadêmica venceu o caos por meio do apoio que recebi de professores e ex-alunos da USP, os quais repudiaram a tentativa de censura. Continuo acreditando no diálogo, mesmo quando alguns fazem de tudo para impedir que ele exista.
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