@alinefollmann
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Psicóloga de Relacionamentos (indiv. e casal) 🚀 Mentora de Psicólogas que querem crescer e lotar agenda 🎓 Criadora do PsicoAmor Consultas| Cursos👇🏻
Mães, cuidado com quem você coloca na sua vida. E, principalmente, na vida dos seus filhos. A história que você acabou de ouvir não é sobre “azar”. É sobre escolhas feitas em momentos de fragilidade. Depois de uma separação, muitas mulheres estão emocionalmente feridas, com a autoestima abalada, com medo da solidão. E é exatamente aí que mora o perigo. Colocar um homem dentro de casa não é só uma decisão afetiva. É uma decisão emocional, psicológica e de proteção. Não basta gostar. É preciso observar caráter, valores, princípios, histórico, comportamento. Como essa pessoa reage à frustração? Como trata crianças? Como lida com limites? Filhos absorvem tudo. Eles não têm defesa emocional para lidar com adultos adoecidos. Amiga, carência não pode ser critério de escolha. Solidão não pode decidir quem entra na sua casa. Proteger seus filhos também é uma forma profunda de amor. Se você é mãe e está separada, comente a palavra FORTE aqui embaixo. Eu vou te enviar um curso que ensina, passo a passo, todos os cuidados emocionais e práticos que você precisa ter no pós-separação para proteger você e seus filhos. Isso não é exagero. Isso é prevenção. Isso salva vidas.
Esse lado ninguém te mostra. O lado triste, com medo, solitário, com raiva. Todos nós temos dias ruins, somos seres humanos. A vida é sobre ser grato por toda revirada e tempestade que a vida te entrega, é nesses momentos que crescemos emocionalmente. Eu tô aqui pra te mostrar que é possível ter paz, clareza e calmaria mesmo nesses dias, que tudo depende da forma com que VOCÊ significa esses dias. Isso faz parte do processo. Viva o processo, com as dores e momentos difíceis assim como os momentos felizes. Estou aqui pra te ajudar. Espero que essa mensagem posso te ajudar de alguma forma.
Hoje, hoje não tá sendo um dia muito bom pra mim. E eu tava aqui, de frente do bar, lendo meu devotional,
Separação é uma das decisões mais difíceis da vida. E a pior coisa é tomar essa decisão no calor da emoção, sem clareza. 👉 Esse exercício junta técnicas da TCC e da Terapia Sistêmica pra te ajudar a refletir com consciência: 1. Linha da realidade: Pegue uma folha e divida ao meio. De um lado escreva: “O que eu ganho se continuar nesse relacionamento?”. Do outro lado: “O que eu perco se continuar nesse relacionamento?”. Depois faça o mesmo pensando na separação: “O que eu ganho se me separar?” e “O que eu perco se me separar?”. 👉 Esse exercício tira a decisão do campo da emoção e coloca no campo da clareza. 2. Círculo das lealdades: Agora feche os olhos e se pergunte: “Se eu ficar nesse relacionamento, a quem estou sendo leal? E se eu me separar, a quem estou sendo leal?” 👉 Muitas vezes a dificuldade de decidir não é só sobre o parceiro, mas sobre fidelidades invisíveis à família, aos pais, à imagem de “casamento perfeito”. 3. Projeção no futuro: Imagine sua vida daqui a 5 anos: – se você continuar nesse casamento, como você se vê? – se você se separar, como você se vê? 👉 Escreva em detalhes. Essa visualização mostra qual caminho realmente te conecta com a vida que você deseja. ✨ Decisão consciente não é ausência de dor, é escolher com responsabilidade. 📌 Salve esse exercício pra usar quando a dúvida apertar. 🔁 Compartilhe com quem precisa refletir sobre isso.
🧠 “Quem trai… quer ser pego.” Por trás de muitos casos de traição, existe algo mais profundo do que o desejo ou a “fraqueza”: Existe uma mensagem não dita. Um recado silencioso: “Acaba com isso por mim.” Na TCC, a gente chama isso de reforço intermitente: Ele erra, você se magoa… mas perdoa. Isso ensina o cérebro dele que trair não tem consequência real. E assim, a repetição vira padrão. Já na visão sistêmica, muitas traições são, na verdade, rupturas inconscientes. A pessoa trai e “se deixa” ser descoberta. Porque quer sair, mas não tem coragem. Porque prefere ser odiada do que assumir que não sabe mais amar. Porque precisa sabotar o vínculo pra justificar a fuga. A traição nem sempre é um descuido. Às vezes, é uma encenação. Um ato planejado pra ser visto, pra ser pego, mesmo que inconsciente. 💔 E quem sofre? Quem acredita que foi “sem querer”. Que foi só um erro. Que ele ainda te ama, só está perdido. Mas a verdade é: quem ama, protege. Quem trai, escolhe. E às vezes, escolhe acabar pelas mãos do outro. 🩷 Com carinho, sua psi.
A decisão certa também dói. E ninguém te conta isso. Quando eu tomei a decisão de me separar, eu chorava escondida no banheiro, abraçada no Henri, tentando ser forte por ele… e por mim. Eu olhava as caixas da mudança e pensava: como que eu cheguei até aqui? Eu não imaginava recomeçar. Eu só queria parar de sofrer. Mas existe um momento silencioso, íntimo e cheio de verdade em que você entende que continuar insistindo também é uma forma de se destruir. E foi ali que caiu a ficha: Eu não estava desistindo do casamento. Eu estava escolhendo não desistir de mim. A separação dói. Parte o peito. Bagunça a rotina. Muda tudo. E ninguém sai de um casamento sem cicatrizes, principalmente quando existe um filho no meio. Mas existe uma outra verdade, que eu só consegui enxergar depois: A decisão certa também pode ser a mais libertadora da sua vida. Porque quando um dos dois não luta mais, quando a responsabilidade não é compartilhada, quando não existe mais reciprocidade… você não precisa carregar o casamento sozinha nas costas. O amor não se salva com uma pessoa só. E dói. Dói muito. Mas passa. E quando passa… você respira. Você volta a dormir. Você volta a sorrir. Você volta a se reconhecer no espelho. Hoje, olhando para trás, eu agradeço a coragem que eu tive naquele dia. A coragem de pegar o Henri no colo, arrumar as malas e recomeçar do zero. A coragem de não aceitar menos do que Deus tinha pra mim. A coragem de me escolher, mesmo sangrando. Se você está vivendo isso… respira, amiga. A decisão certa também dói. Mas ela te devolve a vida que você merece viver.
Mães, cuidado com quem você coloca na sua vida. E, principalmente, na vida dos seus filhos. A história que você acabou de ouvir não é sobre “azar”. É sobre escolhas feitas em momentos de fragilidade. Depois de uma separação, muitas mulheres estão emocionalmente feridas, com a autoestima abalada, com medo da solidão. E é exatamente aí que mora o perigo. Colocar um homem dentro de casa não é só uma decisão afetiva. É uma decisão emocional, psicológica e de proteção. Não basta gostar. É preciso observar caráter, valores, princípios, histórico, comportamento. Como essa pessoa reage à frustração? Como trata crianças? Como lida com limites? Filhos absorvem tudo. Eles não têm defesa emocional para lidar com adultos adoecidos. Amiga, carência não pode ser critério de escolha. Solidão não pode decidir quem entra na sua casa. Proteger seus filhos também é uma forma profunda de amor. Se você é mãe e está separada, comente a palavra FORTE aqui embaixo. Eu vou te enviar um curso que ensina, passo a passo, todos os cuidados emocionais e práticos que você precisa ter no pós-separação para proteger você e seus filhos. Isso não é exagero. Isso é prevenção. Isso salva vidas.
Esse lado ninguém te mostra. O lado triste, com medo, solitário, com raiva. Todos nós temos dias ruins, somos seres humanos. A vida é sobre ser grato por toda revirada e tempestade que a vida te entrega, é nesses momentos que crescemos emocionalmente. Eu tô aqui pra te mostrar que é possível ter paz, clareza e calmaria mesmo nesses dias, que tudo depende da forma com que VOCÊ significa esses dias. Isso faz parte do processo. Viva o processo, com as dores e momentos difíceis assim como os momentos felizes. Estou aqui pra te ajudar. Espero que essa mensagem posso te ajudar de alguma forma.
Hoje, hoje não tá sendo um dia muito bom pra mim. E eu tava aqui, de frente do bar, lendo meu devotional,
Separação é uma das decisões mais difíceis da vida. E a pior coisa é tomar essa decisão no calor da emoção, sem clareza. 👉 Esse exercício junta técnicas da TCC e da Terapia Sistêmica pra te ajudar a refletir com consciência: 1. Linha da realidade: Pegue uma folha e divida ao meio. De um lado escreva: “O que eu ganho se continuar nesse relacionamento?”. Do outro lado: “O que eu perco se continuar nesse relacionamento?”. Depois faça o mesmo pensando na separação: “O que eu ganho se me separar?” e “O que eu perco se me separar?”. 👉 Esse exercício tira a decisão do campo da emoção e coloca no campo da clareza. 2. Círculo das lealdades: Agora feche os olhos e se pergunte: “Se eu ficar nesse relacionamento, a quem estou sendo leal? E se eu me separar, a quem estou sendo leal?” 👉 Muitas vezes a dificuldade de decidir não é só sobre o parceiro, mas sobre fidelidades invisíveis à família, aos pais, à imagem de “casamento perfeito”. 3. Projeção no futuro: Imagine sua vida daqui a 5 anos: – se você continuar nesse casamento, como você se vê? – se você se separar, como você se vê? 👉 Escreva em detalhes. Essa visualização mostra qual caminho realmente te conecta com a vida que você deseja. ✨ Decisão consciente não é ausência de dor, é escolher com responsabilidade. 📌 Salve esse exercício pra usar quando a dúvida apertar. 🔁 Compartilhe com quem precisa refletir sobre isso.
🧠 “Quem trai… quer ser pego.” Por trás de muitos casos de traição, existe algo mais profundo do que o desejo ou a “fraqueza”: Existe uma mensagem não dita. Um recado silencioso: “Acaba com isso por mim.” Na TCC, a gente chama isso de reforço intermitente: Ele erra, você se magoa… mas perdoa. Isso ensina o cérebro dele que trair não tem consequência real. E assim, a repetição vira padrão. Já na visão sistêmica, muitas traições são, na verdade, rupturas inconscientes. A pessoa trai e “se deixa” ser descoberta. Porque quer sair, mas não tem coragem. Porque prefere ser odiada do que assumir que não sabe mais amar. Porque precisa sabotar o vínculo pra justificar a fuga. A traição nem sempre é um descuido. Às vezes, é uma encenação. Um ato planejado pra ser visto, pra ser pego, mesmo que inconsciente. 💔 E quem sofre? Quem acredita que foi “sem querer”. Que foi só um erro. Que ele ainda te ama, só está perdido. Mas a verdade é: quem ama, protege. Quem trai, escolhe. E às vezes, escolhe acabar pelas mãos do outro. 🩷 Com carinho, sua psi.
A decisão certa também dói. E ninguém te conta isso. Quando eu tomei a decisão de me separar, eu chorava escondida no banheiro, abraçada no Henri, tentando ser forte por ele… e por mim. Eu olhava as caixas da mudança e pensava: como que eu cheguei até aqui? Eu não imaginava recomeçar. Eu só queria parar de sofrer. Mas existe um momento silencioso, íntimo e cheio de verdade em que você entende que continuar insistindo também é uma forma de se destruir. E foi ali que caiu a ficha: Eu não estava desistindo do casamento. Eu estava escolhendo não desistir de mim. A separação dói. Parte o peito. Bagunça a rotina. Muda tudo. E ninguém sai de um casamento sem cicatrizes, principalmente quando existe um filho no meio. Mas existe uma outra verdade, que eu só consegui enxergar depois: A decisão certa também pode ser a mais libertadora da sua vida. Porque quando um dos dois não luta mais, quando a responsabilidade não é compartilhada, quando não existe mais reciprocidade… você não precisa carregar o casamento sozinha nas costas. O amor não se salva com uma pessoa só. E dói. Dói muito. Mas passa. E quando passa… você respira. Você volta a dormir. Você volta a sorrir. Você volta a se reconhecer no espelho. Hoje, olhando para trás, eu agradeço a coragem que eu tive naquele dia. A coragem de pegar o Henri no colo, arrumar as malas e recomeçar do zero. A coragem de não aceitar menos do que Deus tinha pra mim. A coragem de me escolher, mesmo sangrando. Se você está vivendo isso… respira, amiga. A decisão certa também dói. Mas ela te devolve a vida que você merece viver.
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