@acarolanalisa
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🧠 médica que fala do cérebro e da sociedade. vamos juntos construir um mundo mais psicoeducado? consultas | ebook | parcerias ⤵️
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Quando a recompensa vem de forma imprevisível. Teu cérebro aprende que, se tu esperares o suficiente, talvez ela apareça. E esse TALVEZ é viciante. O mais assustador? O reforço intermitente não se aplica só a relações afetivas(com família, amigos e outros). Pode estar no scroll infinito das redes sociais: De 20 conteúdos vazios, aparece um que te faz rir ou se emocionar — e tu continuas. Pode estar no trabalho: Tu te sentes explorado, mas de vez em quando vem um elogio ou presente. E tu permaneces. O reforço intermitente nos mantém presos onde não deveríamos estar, alimentando a esperança de que, dessa vez, talvez funcione. ❤️🔥direção criativa e edição: @caumasara 💘agradecimentos especiais a @alineamaral___ que me concedeu suas costas hahaha e seu precioso tempo para me ajudar nas gravações E pelo amor de GOD, se tu conheces alguém que precisa ver esse vídeo, compartilha muuuuito!! 💘✨
Porque é tão difícil se afastar de uma relação que te causa dor mesmo enxergando isso racionalmente. Às vezes a relação nem é boa, mas o que te prende é o fato de que ela, às vezes, é boa. "Tenho que te ver rir com aquele vídeo. Sábado ele te levou flor sem motivo." Isso acontece por causa do repouso.
Assistir a premiação da @oficialfernandatorres foi emocionante demais. Tão bonito quanto, foi ver o @seltonmello vibrar de um orgulho por ela. Num mundo de tanto ego, tantas pessoas concorrendo por títulos, seguidores, produtividade e reconhecimento, me atravessou e arrepiou ver uma amizade assim, tão genuína. Uma relação onde é possível existir grande e ser vista e amada grande. Atravessada e tocada por tamanha sensibilidade, não queria que só a Fernanda sentisse esse amor. Na correria da vida, quantas vezes deixamos de dizer aos amigos/familiares/conhecidos que os amamos e admiramos? Esse vídeo é um convite pra isso. Se tu te sentiste tocado com essa poesia, compartilha com aquela pessoa que merece ler e ouvir isso. A internet já tem hates demais. A gente precisa disseminar mais amor por aqui. ♥️ #aindaestouaqui
Todos somos paradoxais, ponto. Apesar de compreender isso, nosso cérebro busca coerência nos rótulos que construímos das pessoas ao nosso redor. Por isso estranhamos quando alguém “super progressista” sustenta um discurso “super conservador” em relação à um assunto x(e o contrário também). Não significa hipocrisia(só um pouquinho 😂, brincadeiras à parte) ou mudança ideológica. Significa que existe um ponto específico onde o senso de segurança emocional, identidade, valores pessoais ou interesses outros é mais importante do que a coerência ideológica. E por isso também tendemos a ser mais complacentes com os “erros” de algumas pessoas - mesmo que sejam falhas que condenamos ferozmente em outras. Aceitamos quando vem de quem amamos(ou com quem tivemos mais tempo de convivência, o que faz com que as experiências prévias amenizem o impacto emocional e o julgamento), mas somos irredutíveis quando foi cometido por outra pessoa que não ocupa o mesmo lugar afetivo na nossa vida. Injusto, né? Eu sei. Por isso, talvez ponto de evolução seja justamente reconhecermos nossas hipocrisias internas e flexibilizar um pouquinho nossa visão antes de apontarmos dedos. Agora me contas aqui, já sentiste um tilt mental aí por isso?
Isso vale para qualquer tipo de relação. Um pede presença porque aprendeu que ausência dói. Isso porque se sentiu abandonado pelos pais em alguma circunstância da infância(por exemplo). O outro recua porque aprendeu que controle oprime. Isso porque teve uma criação com pais altamente repressores(por ex.). Um vê abandono onde há apenas espaço. O outro vê controle onde há apenas medo. E os dois estão certos - dentro das histórias que viveram. O problema é que estão respondendo ao passado, e a história do presente é com pessoas e circunstâncias totalmente diferentes. Por isso, o grande desafio é justamente compreender as necessidades emocionais de cada um e à partir daí, encontrar um caminho do meio que permita que as duas pessoas possam existir sem seus sistemas de alarme hiperativados. Ps.: vale lembrar que nem o parceiro romântico (nem qualquer outra pessoa) vai suprir 100% das necessidades emocionais de alguém. parte delas serão sim, atendidas pelo relacionamento, mas outra parte também se constrói na relação com a família, amigos, na realização profissional e em outros contextos. ♥️ direção criativa e edição: @caumasara cenografia, apoio & participação: @caiomatosx e @lucasurubata (amo vocês, amigos!)
O mês de maio é dedicado à conscientização do TPB (Transtorno de Personalidade Borderline). É importante lembrarmos que cada pessoa vive essa condição de forma única e que generalizações só geram estigmas e não ajudam ninguém. O transtorno também, não define quem elas são, mas sim uma parte de suas experiências e desafios emocionais. Por trás dos sintomas e comportamentos associados ao TPB, há uma pessoa com uma história única, digna de empatia, compreensão e acolhimento. Ajudar a desestigmarizar o TPB significa reconhecer a humanidade e a individualidade de cada pessoa que vive com essa condição. Compartilha essa informação 💚
Quando a recompensa vem de forma imprevisível. Teu cérebro aprende que, se tu esperares o suficiente, talvez ela apareça. E esse TALVEZ é viciante. O mais assustador? O reforço intermitente não se aplica só a relações afetivas(com família, amigos e outros). Pode estar no scroll infinito das redes sociais: De 20 conteúdos vazios, aparece um que te faz rir ou se emocionar — e tu continuas. Pode estar no trabalho: Tu te sentes explorado, mas de vez em quando vem um elogio ou presente. E tu permaneces. O reforço intermitente nos mantém presos onde não deveríamos estar, alimentando a esperança de que, dessa vez, talvez funcione. ❤️🔥direção criativa e edição: @caumasara 💘agradecimentos especiais a @alineamaral___ que me concedeu suas costas hahaha e seu precioso tempo para me ajudar nas gravações E pelo amor de GOD, se tu conheces alguém que precisa ver esse vídeo, compartilha muuuuito!! 💘✨
Porque é tão difícil se afastar de uma relação que te causa dor mesmo enxergando isso racionalmente. Às vezes a relação nem é boa, mas o que te prende é o fato de que ela, às vezes, é boa. "Tenho que te ver rir com aquele vídeo. Sábado ele te levou flor sem motivo." Isso acontece por causa do repouso.
Assistir a premiação da @oficialfernandatorres foi emocionante demais. Tão bonito quanto, foi ver o @seltonmello vibrar de um orgulho por ela. Num mundo de tanto ego, tantas pessoas concorrendo por títulos, seguidores, produtividade e reconhecimento, me atravessou e arrepiou ver uma amizade assim, tão genuína. Uma relação onde é possível existir grande e ser vista e amada grande. Atravessada e tocada por tamanha sensibilidade, não queria que só a Fernanda sentisse esse amor. Na correria da vida, quantas vezes deixamos de dizer aos amigos/familiares/conhecidos que os amamos e admiramos? Esse vídeo é um convite pra isso. Se tu te sentiste tocado com essa poesia, compartilha com aquela pessoa que merece ler e ouvir isso. A internet já tem hates demais. A gente precisa disseminar mais amor por aqui. ♥️ #aindaestouaqui
Todos somos paradoxais, ponto. Apesar de compreender isso, nosso cérebro busca coerência nos rótulos que construímos das pessoas ao nosso redor. Por isso estranhamos quando alguém “super progressista” sustenta um discurso “super conservador” em relação à um assunto x(e o contrário também). Não significa hipocrisia(só um pouquinho 😂, brincadeiras à parte) ou mudança ideológica. Significa que existe um ponto específico onde o senso de segurança emocional, identidade, valores pessoais ou interesses outros é mais importante do que a coerência ideológica. E por isso também tendemos a ser mais complacentes com os “erros” de algumas pessoas - mesmo que sejam falhas que condenamos ferozmente em outras. Aceitamos quando vem de quem amamos(ou com quem tivemos mais tempo de convivência, o que faz com que as experiências prévias amenizem o impacto emocional e o julgamento), mas somos irredutíveis quando foi cometido por outra pessoa que não ocupa o mesmo lugar afetivo na nossa vida. Injusto, né? Eu sei. Por isso, talvez ponto de evolução seja justamente reconhecermos nossas hipocrisias internas e flexibilizar um pouquinho nossa visão antes de apontarmos dedos. Agora me contas aqui, já sentiste um tilt mental aí por isso?
Isso vale para qualquer tipo de relação. Um pede presença porque aprendeu que ausência dói. Isso porque se sentiu abandonado pelos pais em alguma circunstância da infância(por exemplo). O outro recua porque aprendeu que controle oprime. Isso porque teve uma criação com pais altamente repressores(por ex.). Um vê abandono onde há apenas espaço. O outro vê controle onde há apenas medo. E os dois estão certos - dentro das histórias que viveram. O problema é que estão respondendo ao passado, e a história do presente é com pessoas e circunstâncias totalmente diferentes. Por isso, o grande desafio é justamente compreender as necessidades emocionais de cada um e à partir daí, encontrar um caminho do meio que permita que as duas pessoas possam existir sem seus sistemas de alarme hiperativados. Ps.: vale lembrar que nem o parceiro romântico (nem qualquer outra pessoa) vai suprir 100% das necessidades emocionais de alguém. parte delas serão sim, atendidas pelo relacionamento, mas outra parte também se constrói na relação com a família, amigos, na realização profissional e em outros contextos. ♥️ direção criativa e edição: @caumasara cenografia, apoio & participação: @caiomatosx e @lucasurubata (amo vocês, amigos!)
O mês de maio é dedicado à conscientização do TPB (Transtorno de Personalidade Borderline). É importante lembrarmos que cada pessoa vive essa condição de forma única e que generalizações só geram estigmas e não ajudam ninguém. O transtorno também, não define quem elas são, mas sim uma parte de suas experiências e desafios emocionais. Por trás dos sintomas e comportamentos associados ao TPB, há uma pessoa com uma história única, digna de empatia, compreensão e acolhimento. Ajudar a desestigmarizar o TPB significa reconhecer a humanidade e a individualidade de cada pessoa que vive com essa condição. Compartilha essa informação 💚
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