@aavasantiago
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✨Vereadora mais votada da história de Gyn 🙏Pentecostal 📚Socióloga 🗣️Mulheres&infâncias; educação e territórios periféricos 🫀Mãe do Davi, esposa do Gui
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ESCANCARANDO QUEM SÃO OS VERDADEIROS MAMADORES DAS TETAS DO ESTADO: LAVEM A BOCA PARA FALAR DOS GRANDES ARTISTAS BRASILEIROS Nas manifestações de domingo contra a Anistia e a PEC da Blindagem, Caetano, Gil, Chico, Djavan, Paulinho da Viola e uma geração inteira de artistas voltaram às ruas, como fizeram em 1968, para defender a democracia. Não foi show pago, não foi mamata da Lei Rouanet, foi consciência política e coragem. E é preciso esclarecer: a Lei Rouanet não é dinheiro dado pelo governo a artistas. É um mecanismo de incentivo fiscal que permite a empresas privadas destinarem parte do imposto de renda a projetos culturais aprovados pelo Ministério da Cultura, em todas as áreas. Se querem falar em mamata, falemos dos fatos. Eduardo Bolsonaro tentou usar uma brecha no regimento para continuar nos Estados Unidos sem ter faltas registradas na Câmara, dificultando uma eventual cassação. Michelle Bolsonaro recebe R$ 41 mil por mês de fundo partidário para comandar o PL Mulher. Jair Bolsonaro, em 27 anos de deputado, custou R$ 59 milhões aos cofres públicos e aprovou apenas dois projetos de lei. O agronegócio, que se apresenta como “livre do Estado”, é sustentado com mais de R$ 500 bilhões anuais via Plano Safra. Essa é a verdadeira mamata que sangra o orçamento público, não a cultura brasileira, que presta contas de cada centavo. No domingo, vimos as ruas virarem espelho e o país se lembrou de quem é. Essa é a raiva que essa gente tem da cultura brasileira: porque quando olham para ela, enxergam tudo o que não são - grandeza, arte, inteligência, história, ciência. Atacam universidades, desfinanciam o cinema nacional, vandalizam obras de arte, insultam Chico, Gil e Caetano porque odeiam o país que pulsa em nós. Os grandes artistas brasileiros não precisam de patrocínio para mover consciências: eles já são o próprio movimento. Mobilizam multidões porque são a alma de um Brasil que resiste ao autoritarismo.
Quem são os artistas mamadores da Rouanet? É o Chico Buarque. Se enxerguem, se o Chico Buarque quiser lotar um estádio cobrando mil reais o ingresso, ele lota. O Gil está lotando no Brasil inteiro com a Torre de Tempo Rei. Caetano e Betânia lotam com ingressos pagos, caros, sem captar um centavo de Rouanet, que aliás nem é dinheiro direto.
ORAR POR ISRAEL É CLAMAR POR JUSTIÇA NÃO LEGITIMAR A VIOLÊNCIA E O GENOCÍDIO Nos dias do profeta Amós, Israel vivia um tempo de profunda desigualdade. Os pobres eram esmagados por dívidas impagáveis, os juízes favoreciam os poderosos em troca de suborno e as elites se refestelavam em banquetes enquanto o povo passava fome. É nesse cenário que Amós clama: “Antes, corra o juízo como as águas; e a justiça, como ribeiro perene.” (Am 5:24). Orar por Israel, para os profetas, era pedir que a nação se arrependesse e se convertesse, para que cessasse a opressão e o sangue inocente não fosse mais derramado. A verdadeira oração dos profetas não se divorcia da denúncia: é clamor por transformação. Hoje, quando vemos a bandeira de Israel hasteada como símbolo de fé em cultos e marchas, precisamos perguntar: o que estamos abençoando? O Estado de Israel de hoje não é o Israel bíblico. Segundo a ONU, mais de 62 mil palestinos já foram mortos desde outubro de 2023, a maioria mulheres e crianças, e 2,1 milhões de pessoas enfrentam fome extrema na Faixa de Gaza. A UNICEF alerta que 1 em cada 3 crianças está desnutrida, e milhares continuam soterradas sob escombros. Transformar a fé em bandeira para legitimar um massacre é o oposto do Evangelho. O Evangelho que professamos nos chama a defender a vida, não a abençoar a guerra. Jesus chorou sobre Jerusalém, mas não aplaudiu a violência de seus governantes. Orar por Israel hoje, significa interceder para que cesse o genocídio, que os responsáveis por crimes sejam responsabilidades e a paz seja possível para judeus e palestinos. Significa também denunciar os que lucram com a guerra, as indústrias de armas, os políticos que prolongam o massacre para se manter no poder. Quando a violência vence, o Reino de Deus perde espaço. Que nossa oração seja também compromisso: de lutar para que a justiça corra como um rio, inclusive em Gaza.
quem é que banca as bandeiras de israel nas manifestações brasileiras quem é que tem bancado essa agenda de confusão entre o evangelho de cristo e o sionismo sem critérios nas igrejas brasileiras a bíblia nunca nos ensinou a perdoar ou a contemporizar as barbares de israel orar por israel e defender israel
ELES ESTÃO DESESPERADOS PORQUE SABEM QUE NÃO DOMINAM MAIS A IGREJA EVANGÉLICA E NUNCA MAIS DOMINARÃO A reação de Michelle Bolsonaro e Silas Malafaia ao encontro do bispo Samuel Ferreira, líder da Assembleia de Deus Ministério de Madureira, com o presidente Lula, e o ministro-chefe da AGU, Jorge Messias, mostra o quanto a reconstrução de pontes com o segmento evangélico desespera e ameaça aqueles que só se alimentam de divisão. Ao publicar uma indireta citando Mateus 6:24, Michelle tenta transformar o gesto político de diálogo em batalha espiritual. É a velha estratégia da extrema direita: reduzir o debate sobre o Brasil a uma guerra entre o bem e o mal. A verdade é que quem serviu a dois senhores foram aqueles que trocaram o Evangelho pela conveniência do poder, separaram irmãos e irmãs, ergueram altares políticos dentro das igrejas e espalharam terrorismo moral. O bolsonarismo transformou a fé em moeda de troca, o púlpito em palanque e o medo em método de controle. Mas há um Brasil profundo, diverso e de fé viva que também deseja reconstruir a nação. É hora de tirar os falsos ídolos do centro e reconstruir um país onde fé, justiça e democracia caminhem lado a lado.
A bolsolatria evangélica que se instalou muito através, especialmente de igrejas neopentecostais, e eu citei isso aqui em outro programa, quando Silas Malafaia recebeu a visita da Polícia Federal, você teve uma lista de pastores que assinou uma nota de apoio ao Silas Malafaia, o nome do bispo Samuel Ferreira não tá lá, o nome dos grandes pastores batistas
OS QUE ACUSAM PROFESSORES DE DOUTRINAÇÃO NÃO TÊM COMPROMISSO COM AS VERDADEIRAS URGÊNCIAS DAS ESCOLAS No Dando a Real com Leandro Demori, falei sobre como a falácia da “doutrinação nas escolas” virou ferramenta de poder na mão de oportunistas. Enquanto vendem histeria, espalham medo e atacam professores, a realidade das nossas escolas segue sendo uma só: violência, abandono e um Estado que vira as costas pra quem ensina e pra quem aprende. Nos últimos 10 anos, os casos de agressão em ambiente escolar só aumentaram. Entre 2022 e 2023, vivemos o pico de ataques a instituições de ensino no Brasil. E sabe o que esses falsos moralistas oferecem pra mudar isso? Terrorismo moral, corte de orçamento e discurso de ódio. É preciso escancarar que esse projeto autoritário nada tem a ver com cuidado, educação ou futuro. É sobre controle. É sobre poder. E é por isso que a gente segue: denunciando, resistindo e defendendo uma escola pública, segura, crítica e emancipadora.
A escola virou um grande campo de batalha nessa disputa política. O campo de batalha que a escola sempre deveria ter sido é o campo do acesso, da melhoria, do fortalecimento. Essas pessoas que querem disputar a predominância ideológica, que querem disputar as escolas como um lugar despolitizado, que despolitizado não tem nada.
ESSAS SÃO AS REFERÊNCIAS DA EXTREMA-DIREITA: MORALISMO PARA OS OUTROS, DINHEIRO PÚBLICO E ESCÂNDALOS PARA OS SEUS Quando Zezé di Camargo diz que as filhas de Silvio Santos não “honraram o pai”, ele não está defendendo a família — está instrumentalizando a ideia de honra para atacar mulheres que hoje ocupam lugares de decisão. Ao mesmo tempo, ignora ou finge desconhecer que Silvio Santos sempre manteve uma relação institucional pública com presidentes de diferentes campos políticos, inclusive com Lula. É revelador que esse discurso venha de alguém cuja trajetória pessoal foi marcada por traições reiteradas à ex-esposa, narradas pelo próprio sem qualquer responsabilização. A hipocrisia se aprofunda quando o mesmo Zezé que acusa outros de “se venderem” não vê problema em receber vultosos cachês pagos com dinheiro público para cantar em festas. Em Pernambuco, por exemplo, o cachê de R$ 500 mil viria diretamente de recursos do governo federal, por meio de emendas parlamentares. Para subir no palco, dinheiro público pode; para o diálogo republicano, vira “prostituição”. Não surpreende que figuras da extrema-direita como Flávio Bolsonaro e Sóstenes Cavalcante tenham se apressado em defendê-lo como “referência moral”. Essas são as referências que sustentam o discurso da família, da moral e dos bons costumes. O episódio não é sobre um cantor indignado, mas sobre um projeto político que precisa do moralismo para ocultar suas próprias contradições.
ESCANCARANDO QUEM SÃO OS VERDADEIROS MAMADORES DAS TETAS DO ESTADO: LAVEM A BOCA PARA FALAR DOS GRANDES ARTISTAS BRASILEIROS Nas manifestações de domingo contra a Anistia e a PEC da Blindagem, Caetano, Gil, Chico, Djavan, Paulinho da Viola e uma geração inteira de artistas voltaram às ruas, como fizeram em 1968, para defender a democracia. Não foi show pago, não foi mamata da Lei Rouanet, foi consciência política e coragem. E é preciso esclarecer: a Lei Rouanet não é dinheiro dado pelo governo a artistas. É um mecanismo de incentivo fiscal que permite a empresas privadas destinarem parte do imposto de renda a projetos culturais aprovados pelo Ministério da Cultura, em todas as áreas. Se querem falar em mamata, falemos dos fatos. Eduardo Bolsonaro tentou usar uma brecha no regimento para continuar nos Estados Unidos sem ter faltas registradas na Câmara, dificultando uma eventual cassação. Michelle Bolsonaro recebe R$ 41 mil por mês de fundo partidário para comandar o PL Mulher. Jair Bolsonaro, em 27 anos de deputado, custou R$ 59 milhões aos cofres públicos e aprovou apenas dois projetos de lei. O agronegócio, que se apresenta como “livre do Estado”, é sustentado com mais de R$ 500 bilhões anuais via Plano Safra. Essa é a verdadeira mamata que sangra o orçamento público, não a cultura brasileira, que presta contas de cada centavo. No domingo, vimos as ruas virarem espelho e o país se lembrou de quem é. Essa é a raiva que essa gente tem da cultura brasileira: porque quando olham para ela, enxergam tudo o que não são - grandeza, arte, inteligência, história, ciência. Atacam universidades, desfinanciam o cinema nacional, vandalizam obras de arte, insultam Chico, Gil e Caetano porque odeiam o país que pulsa em nós. Os grandes artistas brasileiros não precisam de patrocínio para mover consciências: eles já são o próprio movimento. Mobilizam multidões porque são a alma de um Brasil que resiste ao autoritarismo.
Quem são os artistas mamadores da Rouanet? É o Chico Buarque. Se enxerguem, se o Chico Buarque quiser lotar um estádio cobrando mil reais o ingresso, ele lota. O Gil está lotando no Brasil inteiro com a Torre de Tempo Rei. Caetano e Betânia lotam com ingressos pagos, caros, sem captar um centavo de Rouanet, que aliás nem é dinheiro direto.
ORAR POR ISRAEL É CLAMAR POR JUSTIÇA NÃO LEGITIMAR A VIOLÊNCIA E O GENOCÍDIO Nos dias do profeta Amós, Israel vivia um tempo de profunda desigualdade. Os pobres eram esmagados por dívidas impagáveis, os juízes favoreciam os poderosos em troca de suborno e as elites se refestelavam em banquetes enquanto o povo passava fome. É nesse cenário que Amós clama: “Antes, corra o juízo como as águas; e a justiça, como ribeiro perene.” (Am 5:24). Orar por Israel, para os profetas, era pedir que a nação se arrependesse e se convertesse, para que cessasse a opressão e o sangue inocente não fosse mais derramado. A verdadeira oração dos profetas não se divorcia da denúncia: é clamor por transformação. Hoje, quando vemos a bandeira de Israel hasteada como símbolo de fé em cultos e marchas, precisamos perguntar: o que estamos abençoando? O Estado de Israel de hoje não é o Israel bíblico. Segundo a ONU, mais de 62 mil palestinos já foram mortos desde outubro de 2023, a maioria mulheres e crianças, e 2,1 milhões de pessoas enfrentam fome extrema na Faixa de Gaza. A UNICEF alerta que 1 em cada 3 crianças está desnutrida, e milhares continuam soterradas sob escombros. Transformar a fé em bandeira para legitimar um massacre é o oposto do Evangelho. O Evangelho que professamos nos chama a defender a vida, não a abençoar a guerra. Jesus chorou sobre Jerusalém, mas não aplaudiu a violência de seus governantes. Orar por Israel hoje, significa interceder para que cesse o genocídio, que os responsáveis por crimes sejam responsabilidades e a paz seja possível para judeus e palestinos. Significa também denunciar os que lucram com a guerra, as indústrias de armas, os políticos que prolongam o massacre para se manter no poder. Quando a violência vence, o Reino de Deus perde espaço. Que nossa oração seja também compromisso: de lutar para que a justiça corra como um rio, inclusive em Gaza.
quem é que banca as bandeiras de israel nas manifestações brasileiras quem é que tem bancado essa agenda de confusão entre o evangelho de cristo e o sionismo sem critérios nas igrejas brasileiras a bíblia nunca nos ensinou a perdoar ou a contemporizar as barbares de israel orar por israel e defender israel
ELES ESTÃO DESESPERADOS PORQUE SABEM QUE NÃO DOMINAM MAIS A IGREJA EVANGÉLICA E NUNCA MAIS DOMINARÃO A reação de Michelle Bolsonaro e Silas Malafaia ao encontro do bispo Samuel Ferreira, líder da Assembleia de Deus Ministério de Madureira, com o presidente Lula, e o ministro-chefe da AGU, Jorge Messias, mostra o quanto a reconstrução de pontes com o segmento evangélico desespera e ameaça aqueles que só se alimentam de divisão. Ao publicar uma indireta citando Mateus 6:24, Michelle tenta transformar o gesto político de diálogo em batalha espiritual. É a velha estratégia da extrema direita: reduzir o debate sobre o Brasil a uma guerra entre o bem e o mal. A verdade é que quem serviu a dois senhores foram aqueles que trocaram o Evangelho pela conveniência do poder, separaram irmãos e irmãs, ergueram altares políticos dentro das igrejas e espalharam terrorismo moral. O bolsonarismo transformou a fé em moeda de troca, o púlpito em palanque e o medo em método de controle. Mas há um Brasil profundo, diverso e de fé viva que também deseja reconstruir a nação. É hora de tirar os falsos ídolos do centro e reconstruir um país onde fé, justiça e democracia caminhem lado a lado.
A bolsolatria evangélica que se instalou muito através, especialmente de igrejas neopentecostais, e eu citei isso aqui em outro programa, quando Silas Malafaia recebeu a visita da Polícia Federal, você teve uma lista de pastores que assinou uma nota de apoio ao Silas Malafaia, o nome do bispo Samuel Ferreira não tá lá, o nome dos grandes pastores batistas
OS QUE ACUSAM PROFESSORES DE DOUTRINAÇÃO NÃO TÊM COMPROMISSO COM AS VERDADEIRAS URGÊNCIAS DAS ESCOLAS No Dando a Real com Leandro Demori, falei sobre como a falácia da “doutrinação nas escolas” virou ferramenta de poder na mão de oportunistas. Enquanto vendem histeria, espalham medo e atacam professores, a realidade das nossas escolas segue sendo uma só: violência, abandono e um Estado que vira as costas pra quem ensina e pra quem aprende. Nos últimos 10 anos, os casos de agressão em ambiente escolar só aumentaram. Entre 2022 e 2023, vivemos o pico de ataques a instituições de ensino no Brasil. E sabe o que esses falsos moralistas oferecem pra mudar isso? Terrorismo moral, corte de orçamento e discurso de ódio. É preciso escancarar que esse projeto autoritário nada tem a ver com cuidado, educação ou futuro. É sobre controle. É sobre poder. E é por isso que a gente segue: denunciando, resistindo e defendendo uma escola pública, segura, crítica e emancipadora.
A escola virou um grande campo de batalha nessa disputa política. O campo de batalha que a escola sempre deveria ter sido é o campo do acesso, da melhoria, do fortalecimento. Essas pessoas que querem disputar a predominância ideológica, que querem disputar as escolas como um lugar despolitizado, que despolitizado não tem nada.
ESSAS SÃO AS REFERÊNCIAS DA EXTREMA-DIREITA: MORALISMO PARA OS OUTROS, DINHEIRO PÚBLICO E ESCÂNDALOS PARA OS SEUS Quando Zezé di Camargo diz que as filhas de Silvio Santos não “honraram o pai”, ele não está defendendo a família — está instrumentalizando a ideia de honra para atacar mulheres que hoje ocupam lugares de decisão. Ao mesmo tempo, ignora ou finge desconhecer que Silvio Santos sempre manteve uma relação institucional pública com presidentes de diferentes campos políticos, inclusive com Lula. É revelador que esse discurso venha de alguém cuja trajetória pessoal foi marcada por traições reiteradas à ex-esposa, narradas pelo próprio sem qualquer responsabilização. A hipocrisia se aprofunda quando o mesmo Zezé que acusa outros de “se venderem” não vê problema em receber vultosos cachês pagos com dinheiro público para cantar em festas. Em Pernambuco, por exemplo, o cachê de R$ 500 mil viria diretamente de recursos do governo federal, por meio de emendas parlamentares. Para subir no palco, dinheiro público pode; para o diálogo republicano, vira “prostituição”. Não surpreende que figuras da extrema-direita como Flávio Bolsonaro e Sóstenes Cavalcante tenham se apressado em defendê-lo como “referência moral”. Essas são as referências que sustentam o discurso da família, da moral e dos bons costumes. O episódio não é sobre um cantor indignado, mas sobre um projeto político que precisa do moralismo para ocultar suas próprias contradições.
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